Como novos negócios ou empresas tradicionais podem se beneficiar de pesquisas

Em um mundo tão competitivo em termos de negócios como o que vivemos atualmente ideias de novos empreendimentos podem permanecer tímidas no mercado, sem causar grande expressão, ou nem mesmo chegarem a fase de tentativa. Por outro lado, empresas já operantes podem ser subjugadas por novas iniciativas no mesmo setor, tornando-as obsoletas. As duas situações têm em comum a necessidade que empresários tomem sempre como subsídio pesquisas, sejam eles iniciantes ou já com histórico de atuação. Apropriar-se dessa ferramenta pode implicar em um custo a mais no orçamento, contudo, os resultados que podem ser obtidos dessa forma são capazes de evitar problemas e aumentar o faturamento.

Para o primeiro caso, empreendedores que desejam dar início a um novo negócio, uma pesquisa de mercado deve ser feita antes de que a ideia seja lançada, pois os conhecimentos obtidos servirão para a fase de elaboração do novo produto/serviço de modo a antecipar problemas. Nesse momento do projeto deve-se buscar conhecer os possíveis clientes quanto a suas características e hábitos, tanto no passado quanto no presente. Saber o perfil da clientela permite que sejam feitas adaptações para melhor atender quanto a preferências, horários de consumo e poder de compra.

Além disso, essa é a hora de se atentar para o os competidores em potencial, analisando, igualmente, seu funcionamento e estabelecendo uma comparação. Isso permite que se trabalhe sob uma estratégia conhecida como diferenciação de produtos, na qual, em resumo, tenta-se transformar o produto ou serviço para atender as demandas de mercado. Há aqui a vantagem de poder observar empresas já atuantes no mercado e perceber suas falhas e críticas, a fim de estabelecer um projeto que ofereça algo novo ou melhor do que já existente.

O site Entrepreneur possui um artigo (em inglês) no qual expõe de maneira bem objetiva os conceitos envolvendo uma pesquisa de mercado, como fazê-la e o que considerar em sua execução. Há diferentes maneiras para sua realização e elas devem ser adaptadas conforme as peculiaridades de cada negócio.

No caso de empresas que já estão no mercado, a realização de pesquisas pode colaborar para incrementar seu faturamento. Mais do que apenas uma pesquisa de opinião para captar críticas, como comumente se observa, utilizar desse recurso com propriedade pode constituir uma estratégia para alavancar vendas. Em artigo no site da revista Harvard Business Review Brasil, é apresentado, com amplo embasamento na literatura científica, a técnica de utilizar consultas com os clientes como uma forma de melhorar a relação com a marca.

A estratégia consiste no uso de perguntas não apenas sobre pontos negativos, mas acerca de aspectos positivos ou preferências no serviço, de preferência no início da pesquisa. Essa mudança sutil na maneira como é realizada uma pesquisa permite que a memória positiva do serviço seja reforçada e contribui para um relacionamento mais duradouro e prolífico do cliente com a marca.

 

O empreendedorismo e o mercado de trabalho

Muitas pessoas têm grandes ideias em relação ao campo de trabalho de atuação. Muitas vezes, o principal foco é a lucratividade no setor de trabalho e, também, a flexibilidade em relação a chefes e patrões. Essas ideias acabam fazendo parte do cotidiano de muitos trabalhadores. Os planejamentos começam a ser projetados e se desenvolvem até virar realidade. Assim, o novo empresário arrisca no negócio, apostando tanto no próprio potencial como na grandeza de sua ideia, nascendo novos empreendedores.

A noção de um próprio e novo negócio no mercado é muito trabalhosa, necessita de estudos de mercado, cuidado com as propostas, e muito zelo nas negociações. Muitos trabalhadores estão apostando seus trunfos em seus investimentos, e começando seus negócios em diversas áreas, por vezes, fora da área de atuação.

A pessoa que quer se tornar empreendedora deve ter, inicialmente, capital para investir nos primeiros gastos e muita disciplina. É importante notar o público alvo, o local de venda, se terão vendas pela internet, a quantidade de pessoas empregadas no estabelecimento, o custo-benefício ao consumidor e a qualidade do produto final. Nessa soma de custos, deve ser feito um cálculo inicial para dar vida ao empreendimento.

Outra forma de abrir um negócio próprio são as franquias. Elas já possuem mais burocracias envolvidas, já que o empreendedor vai utilizar de um serviço que o cliente já está habituado a consumir, por isso, a estrutura, cores, produtos vendidos, formas de venda, tudo deve estar na conformidade com todas as outras unidades da franquia. Muitas delas dão bastante certo, afinal, a marca da loja já estará em evidência em outros lugares, tornando até mais fácil propagandear. Porém, para início, deverá juntar uma boa quantia para começarem os trabalhos no ramo, já que as franquias tem um preço fixo para serem compradas.

No Brasil, as clínicas populares e os produtos de beleza fizeram a explosão do empreendedorismo em 2016. Então, o ideal é perceber o que está em ascensão no momento, e caso seja alguma área de fácil acesso ao novo empreendedor, é o momento de investir. É notório perceber, também, as inovações trazidas com seu empreendimento para o bairro, cidade, Estado ou pontos de vendas de interesse, o produto ou a forma da empresa em lidar com os clientes, poderá ter um diferencial que trará à tona a curiosidade e o desejo do cliente em consumir na nova empresa. Formas de entrega, facilidade nos pagamentos, descontos à vista, frete grátis, brindes, fidelização de clientes, simpatia e bom humor na realização das vendas, inclusive nas trocas, são pontos chaves para um novo empreendedor estar atento.

Ademais, é apenas boa sorte e muito trabalho e determinação pela frente!

 

 

Aeronáutica fará parceria público-privada para reduzir gastos, por Ricardo Tosto

Ao que tudo indica, a Aeronáutica mudou seu posicionamento quanto à gestão de telecomunicações que possui. Isso porque agora apresenta a intenção de firmar uma parceria público-privada. A nova posição refere-se, sobretudo, à tecnologia da informação aplicada aos assuntos relacionados à vigilância e controle do espaço aéreo. De acordo com a instituição, ainda no primeiro semestre de 2017, há a previsão de que a negociação tenha se concluído, noticia Ricardo Tosto, do escritório Leite, Tosto e Barros.

Os impactos da crise econômica foram determinantes para que a entidade se mostrasse favorável ao projeto de delegar tais responsabilidades a uma empresa de caráter privado. Quando a transição de fato for consolidada, uma organização ficará incumbida de atuar no campo da aviação civil, bem como no do comercial, desonerando a receita da instituição. Medidas como essa possuem o intuito de se evitar o escoamento de dinheiro em meio ao cenário econômico atual, reporta o advogado Ricardo Tosto.

Funções de caráter exclusivo da Aeronáutica não serão de obrigação dos parceiros privados. O que se espera é que atividades relacionadas à parte que compreende o desenvolvimento e a manutenção de programas sejam transferidos aos novos profissionais. Como a constituição prevê que algumas posturas devam ser inerentes ao serviço aeronáutico, o comando da instituição julgou pertinente que fossem mantidos como de responsabilidade única das forças armadas, destaca Ricardo Tosto. Evitando com isso, a descaracterização das atividades prestadas à sociedade.

Um total de R$ 3,4 bilhões serão gastos para a contratação dessa modalidade de serviço. Estima-se que R$ 1,5 bilhão seja o montante que se almeja receber de investimentos. Já os custos com as operações ficariam em torno de R$1,92 bilhão. Um contrato regerá a forma como os pagamentos serão realizados, mas especula-se que mensalmente haja algum recebimento por parte dos envolvidos nas tarefas. As cláusulas contratuais deixarão claro o que for de caráter militar e as funções que os colaboradores contratados deverão exercer, informa Ricardo Tosto.

Uma espécie de consulta pública será organizada pela Aeronáutica, submetendo ao TCU (Tribunal de Contas da União) a autorização dos procedimentos para a contratação da parceria. Dada a urgência da contenção de despesas, todo o processo se iniciará e virá a termo ainda no ano de 2017, elucida Ricardo Tosto. O advogado cursou Direito na Universidade Presbiteriana Mackenzie, mas também possui formação voltada aos negócios, visto que concluiu curso de extensão em administração de empresas, lidando nos dias de hoje com diversas áreas da advocacia empresarial, bem como da civil, eleitoral, dentre outras.

Conhecido pelas habilidades que tem com a escrita, o empresário mostra interesse por várias vertentes do Direito e casos como o de Tiradentes já viraram livro em suas mãos. Na obra que produziu juntamente com seu colega Paulo Guilherme Lopes, intitulada de ” O processo de Tiradentes”, ele traz uma visão inovadora sobre a situação do mártir de acordo com o viés jurídico. Além disso, ele já contribuiu para diversas outras publicações e recebeu destaque na Latin Lawyer 250 de 2016, obtendo reconhecimento pela performance que seu escritório apresentou ao longo do ano.

Empreendedores abrem açougue sem carne e seu estoque foi vendido em 2 horas

No Bones, o primeiro açougue vegano de São Paulo estreou em dezembro do ano passado e teve seu estoque esgotado em apenas duas horas de funcionamento. O estabelecimento possui um design similar aos açougues americanos, com o detalhe que não vende carne.

O assunto sobre o consumo de carne tem estado em voga na mídia, isso porque o consumo é considerado por muito insustentável, por causa do desmatamento para criação de pastos, o gasto de agua, emissão de gases e exploração animal.

O negócio foi aberto pelo casal Bruno Barbosa e Marcella Izzo. Como consta em seu site No Bones, O açougue conta com diversos tipos de hambúrgueres Premium, salsichas, linguiças, nuggets, cortes especiais, além de espetinhos e produtos para churrasco. “A Marcella sempre gostou de cozinhar e tinha o sonho de abrir um negócio. Por ela sempre ter evitado comer carne, ter sido vegetariana e agora vegana, começou a procurar substitutos”.

No Bones, foi criado para mostrar que vegetarianos e veganos não se alimentam apenas de arroz, feijão e alface. Os produtos são variados, e tem como seu público alvo não apenas os adeptos da dieta, mas como também outros clientes interessados em conhecer uma culinária diferente. ”Nossos produtos têm sabor e textura gostosos. Existem produtos bons por ae, mas que são muito caros, então nós queremos entrar no meio termo. Como consequência queremos fazer com que as pessoas se aproximem…”, comentou o empresário.

O estabelecimento conta com 7 opções de hambúrgueres como o de feijão preto com azeitonas ou o de ervilha com cenouras, todos os produtos também são vendidos para o consumo na hora, contando também com opções peculiares como coxinha de jaca. Tudo pode ser acompanhado com cerveja artesanal, sucos, chás e refrigerantes.

Esse conceito novo de açougue deixou os clientes curiosos, fazendo os produtos se liquidarem pouco tempo depois da inauguração. Tiveram pessoas que fizeram estoque comprando 40 a 50 itens, o casal afirmou que tinha calculado 5 produtos por pessoa, ao abrirem as portas às 10 horas já tinha gente fazendo fila.

No Bones abriu na capital paulista, bairro Perdizes. Bruno Barbosa diz que tiveram sorte da escolha do ponto, pois a regiões possui um grande público de pessoas vegetarianas e adeptas ao veganismo. “Durante a escolha. Nós perguntamos as pessoas sobre o que elas achavam da ideia, e dessa forma identificamos a demanda”, comentou o empresário. No Bones funciona de terça a sábado, sendo que durante a semana abrem das 11h às 19h e no final de semana das 10h às 15h.

Embora tenha feito esse grande sucesso, o casal ainda não tem uma meta traçada para expansão, os empresários agora pretendem avaliar os resultados em longo prazo para em seguida avaliar a possibilidade de franquias ou abrir novas filiais.

 

 

Produção eletroeletrônica sofre retração de 11,3% em 2016, segundo Abinee

De acordo com os dados divulgados pela Associação Brasileira de Indústria Elétrica e Eletrônica, a Abinee, baseadas no levantamento realizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, o IBGE, o desempenho do setor eletroeletrônico mostrou claros sinais de recuperação durante o mês de dezembro de 2016, registrando uma alta de 7,3% em relação aos resultados obtidos no mês de novembro. Apesar da boa notícia para o rendimento do período, 2016 não foi um bom ano para os empreendedores do setor, e registrou um recuo de 11,3% em relação a 2015. Para se ter uma ideia, a retração do segmento foi maior que o índice apresentado pela indústria geral, com -6,6%, e que a retração do setor da indústria de transformação, com -6,1% apresentados no período.

O resultado negativo de todo o ano foi estimulado principalmente pela retração de 14,8% da indústria eletrônica, bem como dos 8,6% de queda apresentados pela indústria elétrica. No segmento da indústria eletrônica, houve reduções significativas em todos as áreas, com um destaque negativo para a área de produtos de informática e de seus periféricos, que registrou -20,3%. Na indústria elétrica, somente o setor de produção de baterias, pilhas e acumuladores elétricos registrou alta, com 4,2% durante o ano. No caso do setor de lâmpadas e equipamentos de iluminação, o índice foi de -27,3%.

Segundo o presidente da Abinee, Humberto Barbato, o desempenho da produção do ramo está alinhado com a taxa de faturamento do setor, que apresentou uma queda efetiva de 11% no período de 2016. Para Humberto Barbato, o desempenho negativo atingiu todos os setores catalogados pela Abinee e confirmou, infelizmente, a baixa na atividade industrial.

A expansão econômica registrada durante o período de dezembro do ano passado ocorreu principalmente pelo aumento expressivo da produção de bens e itens eletrônicos, que registrou uma alta de 15,2%. A conclusão dos especialistas para o setor é inequívoca, uma vez que o ramo da indústria elétrica mostrou uma significativa estabilidade, apresentando uma taxa de crescimento de 0,4% no último mês de 2016. Os resultados, confrontados com os dados obtidos em dezembro do ano passado, mostram também que a produção de todo o setor eletroeletrônico teve uma alta significativa de 8,0%, registrando a segunda elevação, nesse sistema de comparação, do ano de 2016. A primeira alta foi registrada em agosto do ano passado, quando o setor registrou um crescimento de 2,6%.

O presidente da Associação Brasileira de Indústria Elétrica e Eletrônica ainda declarou esperar que o resultado do período sinalize uma tendência efetiva de recuperação, não se resumindo apenas a um registro de crescimento pontual. De acordo com Humberto Barbato, será preciso percorrer um longo caminho para que a indústria eletroeletrônica consiga recuperar as perdas elevadas dos últimos anos, principalmente em termos de atividade industrial.

 

 

 

 

 

 

Luciana Lóssio é escolhida para presidir a Associação de Magistradas Eleitorais Ibero-Americanas

Novamente, Luciana Lóssio, ministra do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), ocupa uma posição de destaque na busca pelo empoderamento feminino no Brasil. Escolhida para ocupar a posição de presidente da Associação de Magistradas Eleitorais Ibero-Americanas, uma instituição recém-criada que surgiu após a VII Reunião Ibero-Americana de Magistradas Eleitorais, organizada recentemente na cidade de Brasília.
A organização foi criada para servir como um canal onde as magistradas irão poder defender e assegurar os direitos de todas as mulheres na política, além de garantir que tudo que for decidido nas reuniões será colocado em prática. Desse modo, Luciana Lóssio terá o cargo de presidente da instituição pelo período de um ano, até a próxima reunião, onde outra juíza latino-americana será escolhida para ocupar a função de presidente.
Durante esse ano, o objetivo da instituição é focar na igualdade e na representatividade das mulheres na política, e para isso, serão desenvolvidas iniciativas e ações para combater preconceitos e opiniões arbitrárias que de algum modo prejudiquem essa causa. De acordo com a ministra Luciana Lóssio, a Reunião das Magistradas já existe há algum tempo mas ainda carecia de um fórum institucional que amparasse esses encontros e ajudasse a implementar as ideias discutidas neles. Por essa razão, foi decidido que seria necessário criar a Associação de Magistradas Eleitorais Ibero-Americanas.
A ministra ressaltou ainda que é muito importante que as instituições permaneçam atentas em relação a igualdade de gêneros nos países latino-americanos. É a partir dessa questão que são escolhidos os países que irão sediar os próximos encontros anuais, dando prioridade para aqueles em que esse tema carece de debates e atenção. Foi inclusive por essa razão que o Brasil foi escolhido para sediar a sétima edição do encontro, pois é visível que o país ainda possui uma grande deficiência nesse assunto, apresentando uma grande desigualdade entre gêneros em sua política.
Como exemplo dessa grande disparidade de gêneros do país, atualmente existem apenas 52 deputadas federais na Câmera dos Deputados, enquanto os homens ocupam mais de 460 cadeiras na casa. Já no Senado Federal, temos apenas 13 senadoras mulheres e 68 senadores. E essa grande diferença não acontece apenas no Poder Legislativo, mas também no Executivo, pois dos 26 estados brasileiros mais o Distrito Federal, Luciana Lóssio destaca como absurdo o fato de que apenas um estado, Roraima, é governado por uma mulher.
Em termos mundiais, a situação do Brasil é preocupante, pois segundo uma pesquisa realizada recentemente pela Organização Internacional dos Parlamentos dos Estados Soberanos, dos 145 países que foram estudados, o Brasil se encontra apenas na 115ª posição no que diz respeito a representação feminina nos parlamentos, perdendo até mesmo para países considerados ultra conservadores como Arábia Saudita e Iraque. Entre os países latino-americanos, a colocação do país também é vergonhosa, pois está estamos na frente apenas do Haiti.
Dando continuidade ao trabalho que vem sendo desenvolvido, o próximo encontro da Associação de Magistradas Eleitorais Ibero-Americanas será sediado no Uruguai, e contará com a presença de Luciana Lóssio e das demais juízas que fazem parte da instituição.

Tecnologias em favor do empreendedor: realidade aumentada

O contínuo sucesso de um empreendimento está condicionado à sua capacidade de se ajustar às mudanças de realidade. Por outro lado, empreendedores que almejam dar início a um negócio devem se manter, igualmente, atentos as tendências culturais, que moldam padrões de consumo. Nesse sentido, as inovações da tecnologia vêm ditando caminhos para o empreendedorismo no mundo todo. Mais recentemente, um recurso em especial tem recebido grande destaque e é uma promessa no âmbito empresarial, trata-se da realidade aumentada.

Em resumo, consiste na ideia de mesclar elementos virtuais com o mundo concreto, estabelecendo uma experiência distinta tanto do ambiente virtual quanto da realidade concreta. O sucesso que o jogo para smartphones Pokemon Go obteve no ano de 2016, com faturamento cogitado acima de 1 bilhão de dólares é um exemplo da presença do emprego de realidade aumentada no cotidiano. No entanto, o que pode parecer uma iniciativa limitada ao universo nerd e seus games tornou-se um recurso promissor para os negócios, tanto para pequenos quanto grandes empreendedores.

Em artigo recente na revista The Economist, intitulado “Why augmented reality will be big in business first”, a argumentação é, justamente, contrária ao que o senso comum pode pensar: a realidade aumentada será terá sucesso no mundo de negócios primeiro. Citando iniciativas já executadas, como o Google Glass e o HoloLens, os motivos que justificam essa afirmação recaem sobre o usuário. Se a execução dessa tecnologia não é mais ficção científica a aparência dos dispositivos que a utilizam ainda são, de modo que seu uso cotidiano fica inviabilizado. Além disso, o embate entre privacidade e o uso de aparelhos eletrônicos é outro fator que mantém, até o momento, o emprego de dispositivos de realidade aumentada distante da vida pessoal.

Em contrapartida, versões mais simples desse recurso já são empregadas utilizando hardwares amplamente difundidos, como smartphones e tablets. Tendo como maior exemplo a possibilidade que a rede social Snapchat oferece, por exemplo orelhas e língua de cachorro para selfies, a realidade aumentada está cada vez mais próxima do consumidor. O site Entrepreneur publicou, também recentemente, o artigo “How Augmented Reality Will Shape the Future of Ecommerce”, no qual apresenta iniciativas do comércio que já estão em curso. Nesse caso, essa tecnologia age de modo a tentar sanar as dúvidas que um consumidor pode possuir com o Ecommerce, já que esse não pode fazer contato físico com o produto à venda. Pode-se, por exemplo, recriar uma peça de vestuário para ser experimentada virtualmente ou um móvel para transmitir a sensação de como esse ficaria em determinado ambiente.

Contudo, o emprego de realidade aumentada não está disponível apenas para empresas estrangeiras. Pelo contrário, no Brasil já há negócios que a utilizam de modo a alavancar as vendas. Em reportagem no programa Pequenas empresas & Grandes negócios do ano passado, foi apresentado um casal de empresários que utiliza o recurso para marketing de seus produtos, que estão todos associados à alguma animação virtual acessível a partir de um smartphone. Assim, com o apelo que essa tecnologia provoca e criatividade, o empreendedorismo pode se beneficiar muito de mais essa inovação.

 

Loja virtual: Focar em importados é uma boa?

Logo que a internet se tornou uma ferramenta popular, logo foi visto o potencial de comunicação que ela viria a ter, logo, o potencial comercial também. Então não deu outra, o comércio online foi crescendo cada vez mais e mais, hoje sendo onde a maioria das vendas são realizadas, e uma das formas de comprar preferidas dos consumidores, devido ao conforto, praticidade e segurança, esta última sendo aperfeiçoada a cada dia, para a alegria de todos.

Assim, manter um negócio virtual, uma loja online veio a se tornar um tipo bastante rentável e buscado pela maioria das lojas grandes já consolidadas, no entanto, a utilização de lojas virtuais não ficou restrita a grandes franquias, pequenos empreendedores passaram a crescer rapidamente seus negócios através de lojas online, mas ainda assim é preciso diversificar e mostrar seu diferencial numa área tão recente e já tão concorrida.

Loja online

As vantagens de lojas virtual –para os consumidores– são muitas, desde poder realizar suas compras do conforto de casa ou de qualquer lugar a partir do uso da internet, inclusive smartphones e celulares, além do alto nível de segurança, mais facilidade de comparação de preços, entre outros. Aos vendedores também há vários benefícios e facilidades, principalmente para os pequenos comerciantes e empreendedores. Por exemplo, com uma loja virtual é possível otimizar espaço físico, necessitando basicamente de um computador e um local para armazenamento dos produtos, logo não haverá tantos gastos como aluguel, luz, ou funcionários e equipamentos diversos.

Mas por ser um ótimo tipo de empreendimento, mais e mais lojas online são abertas, nos mais diversos ramos e com os mais diversos produtos, então é preciso se organizar e estudar bem antes de criar sua própria loja. É preciso ter um diferencial.

Produtos importados

Um tipo de loja a ser cogitada, em meio a tantas outas, é a de produtos importados. Atualmente existem várias lojas (e aplicativos) online que oferecem produtos que vem direto de fabricantes, ou lojas em outros países, sem muitos dos encargos de taxações. Tais produtos podem ser adquiridos e revendidos com boa margem de lucro.

Muitos empreendedores têm utilizado desse tipo de ferramenta, mas na hora da revenda de produtos, os mesmos são colocados a valores abusivos. A estratégia aqui é fazer a revenda sem colocar valores abusivamente altos, pois hoje em dia os compradores têm muito mais facilidade em encontrar o valor que as peças realmente têm. Uma boa opção é criar um acordo com o vendedor original dos produtos que pretende revender.

Ter uma loja virtual pode ser a saída que estava buscando para empreender, exigem poucos gastos, o tempo para administração pode ser bem mais variável, e o acesso a clientes pode ser muito mais fácil dependendo do seu tipo de produto.

 

 

Sergio Cortes noticia pesquisa de universidade brasileira com células tronco que pode ajudar pacientes com dor lombar

Dores envolvendo o sistema musculoesquelético, no qual estão compreendidas as articulações, são recorrentes, principalmente, em razão do envelhecimento, o qual leva a alterações na estrutura dos ossos, músculos e cartilagens. Nesse sentido, as queixas de dor envolvendo a coluna vertebral são muito frequentes e se tornam uma grande preocupação com o avançar da idade, tanto para a população em geral quanto para a Medicina como ciência. Felizmente, Sergio Cortes, médico ortopedista, noticia a descoberta, feita por um grupo de pesquisadores no Brasil, capaz de modificar o manejo dos pacientes que sofrem de dor lombar (lombalgia)

Publicado na Revista da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia no ano de 2016, o artigo, assinado por quatro pesquisadores associados à PUC-Paraná, apresenta uma pesquisa realizada com o objetivo de testar uma possibilidade de terapia para um dos mecanismos fisiológicos que causam a dor lombar, a degeneração discal. Sergio Cortes, ortopedista, reporta que o grupo, com o qual não possui ligação, estuda as alterações que ocorrem na estrutura e composição dos discos intervertebrais, interpostos de cartilagem entre os ossos da coluna vertebral, com o envelhecimento. Assim, a lombalgia aqui referida deve-se a esse processo degenerativo.

Os pesquisadores tinham como objetivo avaliar se a injeção de um tipo de células tronco (mononucleares autólogas) produzia algum efeito sobre as alterações típicas da degeneração, que incluem alterações nas células e no material no qual estão imersas. Utilizando um modelo experimental, os autores puderam recriar um processo degenerativo e depois testarem os efeitos que as células tronco exercem no local. Além disso, Sergio Cortes, médico ortopedista, ressalta que foram analisados também o intervalo de tempo ideal para que ocorra essa injeção, isto é, logo após os discos começarem a se degenerar ou posteriormente.

Cabe ressaltar aqui que a fonte das células tronco usadas foi a punção de medula óssea, em um processo já consolidado na PUC-Paraná.

Valendo-se da metodologia científica, Sergio Cortes explica que os autores dividiram em grupos os modelos a serem testados entre aqueles em que seriam injetadas as células tronco e outro que receberia uma solução salina, constituindo o grupo controle. Esses dois grupos maiores foram estratificados com base no tempo decorrido entre a indução da degeneração e essa injeção (imediatamente, duas semanas e dois meses) e em um grupo sem processo degenerativo. A próxima etapa consistiu na análise microscópica da composição dos discos intervertebrais citados, observando as fibras de colágeno, que compõem o material entre as células.

Assim, Sergio Cortes anuncia os resultados obtidos na pesquisa, que concluiu a capacidade dessa injeção de células tronco reduzir as alterações na distribuição de colágenos, que constitui a base da degeneração discal, se realizada até duas semanas após a indução do processo degenerativo. A importância da pesquisa apresentada justifica-se pelo fato de que as intervenções terapêuticas atuais são mitigadoras dos sintomas da lombalgia, isto é, principalmente, o manejo da dor e funcionalidade. Em contrapartida, a conclusão do estudo vislumbra uma ação no processo degenerativo, impedindo que o tecido seja lesado a ponto de necessitar que seja substituído ou cause dor.

Invenção auto sustentável retrô: Geladeira que conserva alimentos sem uso de eletricidade

Empreendedores de sucesso garimpam campos já explorados, com criatividade e mentalidade sustentável. Prova disso é a invenção de uma geladeira sem uso de energia. Como isso é possível? Olhando para o passado. Nossos ancestrais usavam porões ou adegas subterrâneas para conseguir um feito que hoje obtemos facilmente: Temperatura estável para conservação de alimentos. Ambientes subterrâneos conseguiam suprir essa necessidade durante a passagem das estações do ano, até que “fez-se a luz”.

Porém agora, em tempos de escassez e racionamentos em geral, uma ideia inusitada ganhou espaço entre grandes invenções. Uma geladeira auto sustentável, sem a necessidade de energia elétrica foi criada por uma empresa holandesa e chega ao público nos meses à frente.

Em formato de esfera, a Groundfridge – alusão a “geladeira no chão” mantém a temperatura interna de até 10° C independente da temperatura externa.

O fenômeno acontece tendo como base a cultura “pré-energia”, porém com toda a infraestrutura e modernização do século 21. Com layout hodierno, a geladeira conquista por ser prática e útil em tempos de sustentabilidade.

Funciona assim: Um esfera de poliéster com capacidade de até três mil litros é introduzida a alguns metros abaixo da terra, com uma porta de acesso na extremidade. O refrigerador equivale a 200 geladeiras comuns em termos de capacidade em litros, ou seja, pode armazenar até 500 quilos de comida. Impressionante não é?

Léonie Platjouw, da Weltevree, empresa responsável pela invenção do refrigerador comentou em entrevista:

“O Groundfridge é muito útil para pessoas, empresas, restaurantes ou proprietários de terrenos que pretendem cultivar e armazenar os alimentos de maneira sustentável, e também poderia ser utilizado em missões militares em zonas desérticas”

Floris Schoonderbeek, um dos fundadores da Waltevree ainda explica:

“Esta versão inovadora da adega de porão tradicional, com amáveis curvas, formas redondas e escadas amplas, se baseia em princípios antigos, que foram reinterpretados e executados de forma inovadora. O Groundfridge foi projetado pensando, entre outros, nos cosmopolitas de hoje em dia, que têm seu próprio horto e levam vidas modernas e autossuficientes”

O processo simples e bem estruturado consiste em utilizar-se tão somente do isolamento térmico da terra, e o resfriamento da água no subsolo para a temperatura permanecer ideal para o condicionamento de itens em geral.

Léonie Platjouw explica o processo:

“Uma árvore absorve muitos litros d’água por dia e essa água entra em contato com o Groundfridge proporcionando uma refrigeração adicional”.

Segundo os fundadores da empresa, a ideia é inovadora e prática em tempos atuais, e pode ser instalada em quintais que possuem jardins, hortas, podendo ser utilizada tanto individualmente como também para uso coletivo.

Fonte