Nova ferramenta online pode facilitar muito a vida de empreendedores de todo o Brasil. Confira.

Se você é empreendedor, certamente já pensou em como seria bom se existisse uma forma rápida e prática de saber como estão cotados seus concorrentes em relação ao mercado e os consumidores, não é mesmo?

A concorrência é uma preocupação constante dos empresários do mundo todo. Além disso, quando se trata de análise de mercado e concorrência, muitos empreendedores ainda desconhecem ou mesmo não dominam informações básicas para gestão de negócios, como por exemplo, justamente, os seus principais concorrentes locais.

De acordo com a Pesquisa da Global Zurich PMEs, organizada pela seguradora Zurich em 2016, é ela – a concorrência – que intimida cerca de 31,5% dos empreendedores brasileiros. Outras preocupações são a falta de consumidores e o acúmulo de estoques, que atingem 28% dos entrevistados.

Visto toda essa inquietação dentro do campo do empreendedorismo, a SumOne – primeira empresa brasileira a desenvolver uma plataforma de Local Store Marketing, ou Marketing de Resultado Local, e os aplicativos de marketing Bonuz e Companion – desenvolveu uma ferramenta para minimizar o problema e auxiliar na gestão do negócio.

Intitulada “De Olho na Concorrência”, a plataforma funciona online, é gratuita e apresenta os pontos fracos e fortes da sua empresa e de seus concorrentes a partir de avaliações dos clientes. Maravilha, não?

“Entender o mercado é um fator muito importante para alavancar as vendas no setor. Como saber o que a sua loja precisa melhorar se você não sabe com quem você está disputando o cliente?”, enfatiza o especialista em administração e Diretor de Marketing da SumOne, Carlos Eduardo Souza. Aí o motivo da empresa criar um sistema de análise de concorrência para todos os nichos do varejo físico do país.

Compete à ferramenta da SumOne: listar os estabelecimentos concorrentes em um raio de 14 km de distância e comparar os resultados e avaliação dos outros negócios locais. Carlos Eduardo Souza ainda explica que “outro ponto fundamental é a avaliação das lojas por parte dos clientes. O sistema identifica o nível de interação com o público e elenca as melhores estratégias para atrair mais pessoas para o estabelecimento”.

Você pode acessar a ferramenta pelo link www.deolhonaconcorrencia.com.br

A situação Nacional

O varejo brasileiro teve o pior resultado de lojas fechadas desde o ano de 2005. De acordo com o levantamento da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), o setor perdeu 108,7 mil estabelecimentos com vínculo empregatício em todo o Brasil.

Segundo o Chief Executive Officer (CEO) da SumOne, Lucas Prim, é necessário dar ainda mais atenção para ações geolocalizadas – “Mais de 70% do que se gasta com bens de consumo fica em um raio de até 14 km da casa do cliente. Como grande parte da renda é consumida na vizinhança, ações de marketing local são fundamentais para a retomada de crescimento no varejo”, conclui ele.

Sergio Cortes informa sobre as diferenças entre luxação, entorse e contusão

Luxação, entorse e contusão são três tipos de lesões muito comuns de ocorrerem no dia a dia pois geralmente apresentam pouca gravidade, apesar de que em casos mais raros também podem causar danos aos vasos sanguíneos, nervos ou até mesmo um sangramento em decorrência do choque, noticia o ortopedista Sergio Cortes. As causas que mais provocam essas lesões são os acidentes automobilísticos, quedas ou qualquer tipo de acidente esportivo.

A seguir, entenda como diferenciar esses três tipos de lesão.

1) Luxação

A princípio, pode ser confundida com um osso quebrado, mas não é. A luxação é mais comum de acontecer nos ombros e nos dedos, consistindo em um deslocamento da articulação que acaba fazendo com que os ossos percam o contato entre si. Além de causar dores intensas, essa lesão dificulta o movimento na região afetada.

O tratamento deve ser feito diretamente com um médico para que a articulação possa voltar para o lugar. Pacientes que apresentam luxações com frequência podem precisar recorrer a uma cirurgia, dependendo da gravidade da lesão. Para os praticantes de esportes ou exercícios físicos de impacto, o tempo de recuperação para voltar as atividades normais pode ser de um até três meses, informa Sergio Cortes.

2) Entorse

Acontece em decorrência de um movimento atípico, muitas vezes rotacional, que acaba lesionando os ligamentos da articulação. O entorse pode ser dividido em três tipos diferentes: ruptura parcial, ruptura total e estiramento. A gravidade pode variar de acordo com o local lesionado e o movimento que originou a lesão, reporta o ortopedista Sergio Cortes.

Em relação ao tratamento, nos casos mais leves este pode ser feito com a aplicação de gelo, sem ser em contato direto com a pele, em aplicações de até 20 minutos. Já nos casos mais sérios, é necessária a imobilização ou até mesmo uma intervenção cirúrgica. Nesses casos em que é preciso cirurgia, a recuperação pode demorar até seis meses.

3) Contusão

Ocorre com uma pancada ou um tombo que machuque os tecidos ou até os músculos, contudo não chega a causar nenhum dano ósseo, noticia Sergio Cortes. Essa região atingida normalmente fica dolorida e um pouco inchada, mas, no geral, as contusões atingem apenas os tecidos mais superficiais.

O tratamento é bastante simples, bastando aplicar gelo no local dolorido para aliviar as dores e o inchaço. A recuperação costuma acontecer por conta própria, melhorando após alguns dias. Caso os sintomas persistam, o indicado é procurar a devida orientação médica para tratar o problema.

Já para se prevenir desses três tipos se lesões, a melhor maneira é tomar bastante cuidado nas atividades do dia a dia, como por exemplo, ao subir e descer escadas, ao usar os equipamentos necessários para a prática dos exercícios físicos, manter um kit de primeiros socorros de fácil alcance em casa e optar por tapetes antiderrapantes no banheiro, entre várias outras situaçoes que exigem atenção. Ao fazer isso, as chances de ter uma luxação, entorse ou contusão se tornam bem menores, informa Sergio Cortes.

 

fonte

 

Negócios com comidas saudáveis traz faturamento de R$ 20 milhões para empreendedora

As oportunidades estão em todos os lugares. Basta ter um olhar mais afiado para aproveitá-las. E foi uma boa oportunidade que a ex-vendedora de roupas, Jeane Moura, percebeu quando notou que faltavam opções para quem buscava uma alimentação mais saudável.

O Brasil é um dos 5 principais mercados de alimentação saudável no mundo. Esta mudança na dieta dos brasileiros trouxe uma nova e grande demanda de pessoas que estão fugindo dos fast-foods. Percebendo isto, Jeane Moura decidiu empreender no setor, fundando o restaurante DNA Natural.

O sucesso foi tamanho que, atualmente, a rede já conta com 50 unidades espalhadas entre lojas de rua e shoppings, registrando faturamento de R$ 20 milhões.

Inaugurada em 2007, a empresa nasceu do olhar atento da ex-vendedora, que notou a falta de opções para quem deseja se alimentar de maneira mais natural. Percebendo que aquele cenário favorecia seu sonho de empreender o próprio negócio, Jeane não titubeou ao inaugurar a primeira loja no shopping.

Começo excelente

No início, o cardápio da loja contava com grelhados, sanduíches naturais e wraps, além do suco de laranja preparado na hora para fazer barulho e chamar a atenção do público. O sucesso da loja na praça de alimentação no shopping foi tamanho, que a empresária vislumbrou a possibilidade inaugurar filiais nas ruas. Para isto, o conceito de bistrô saudável foi a melhor opção.

O clima saudável e agradável das lojas contribui para que as pessoas marquem encontros que duram horas. A vantagem de optar por lojas de rua está na segmentação, já que, quem busca este tipo de local para alimentação já traz consigo hábitos saudáveis. Nos shoppings, as lojas têm a necessidade de atrair os consumidores frente ao grande número de concorrentes nas praças de alimentação. Neste espaço, o bom atendimento e apresentação dos pratos é essencial para desmistificar a crença de que alimentação saudável não é saborosa.

Desafio aceito

Jane diz que, embora suas experiências em lojas de sapatos fossem completamente diferentes da rotina em uma loja de alimentação saudável, não sentiu receio em colocar seu lado apostar em seu lado empreendedor.

Segundo ela, o maior desafio era controlar o fluxo de dinheiro no caixa, para que os gastos não superassem o valor ganho. O controle foi essencial para que o início trouxesse desafios que pudesse atravessar de maneira madura e racional.

A empreendedora diz ainda que procurou não restringir as opções do cardápio a apenas alimentos saudáveis. Ela mantém na geladeira opções de refrigerantes para as pessoas que desejam se alimentar com um sanduíche natural, mas não abrem mão deste tipo de bebida. Isto possibilita ainda que os clientes possam convidar amigos que não têm hábitos saudáveis para frequentar as lojas sem qualquer receio, já que as ótimas opções garantem clima agradável e alimentos sempre frescos.

 

 

Açougue vegano agrada publico paulistano

Inaugurado no dia 12 de março, o estabelecimento conseguiu vender todo o seu estoque já nas primeiras horas de funcionamento. Os empreendedores Marcella Izzo e Bruno Barbosa, um casal adepto da cultura vegana, tiveram a ideia de iniciar o negócio assim que começaram a perceber que as iguarias feitas pela esposa agradavam até mesmo os amigos amantes da carne. A inauguração foi um marco no segmento, pois trata-se do primeiro açougue dessa natureza no estado de São Paulo.

Embora a palavra açougue seja diretamente associada a um local onde se vende prioritariamente carne vermelha e seus derivados, os empresários adotaram esse título em decorrência da similaridade que os produtos fornecidos possuem. Por ser vegana, Marcella criava alimentos que pudessem substituir os de origem animal. Sob o nome comercial de “No Bonés”, que em tradução livre para o português significa “sem ossos”, o casal almeja cair no gosto do público que não é vegano.

Conforme explicou Bruno, o açougue possui uma grande variedade de produtos, tais como linguiças, salsichas, dentre outros. Somente em relação aos hambúrgueres, há sete diferentes sabores. Alimentos para consumo no local também são disponibilizados, como as empadas com recheio de jaca, além de sucos, chás e cervejas artesanais. Os ingredientes empregados compreendem uma extensa gama de vegetais que conseguem simular produtos encontrados em açougues convencionais. Azeitonas, ervilhas, feijões, cogumelos e cenouras são alguns dos ingredientes adotados para o preparo dos produtos.

Os empresários contam que realizaram uma estimativa de venda de cerca de 5 produtos por cliente, mas foram surpreendidos com um número muito maior que o esperado. Eles afirmam que antes mesmo que as portas fossem abertas, havia fila para se conhecer o estabelecimento. Alguns consumidores adquiriram até 50 alimentos, o que fez com que as prateleiras ficassem desprovidas de mantimentos logo no início do dia de trabalho, explica o casal.

Bruno atribui o sucesso das vendas ao fato dos alimentos serem realmente saborosos. Segundo ele, é preciso se desmistifique a ideia de que o universo vegano possui uma culinária limitada e sem sabor. Outro fator que segundo ele atraiu o público, é o preço mais acessível, já que costumeiramente esses tipos de alimentos são muito mais caros em outros locais, o que acaba por inibir a aquisição por parte de algumas pessoas.

O local escolhido para o comércio foi Perdizes, um bairro da cidade de São Paulo onde há um número considerável de pessoas adeptas do veganismo. Os idealizadores da empresa alegavam que houve a realização de uma pesquisa acerca das necessidades locais. Com base no resultado do estudo, pode-se confirmar que a população daquela localidade ansiava por um negócio dessa natureza, o que motivou o casal a abrir o No Bones. A forma de gestão tem ocorrido conforme o tempo tem passado, sem um plano rígido estabelecido, analisa Bruno.

Saiba mais:

http://economia.ig.com.br/empreendedorismo/2016-12-16/acougue-vegano.html

 

Como definir Missão, Visão e Valor de uma empresa

Se você é um empreendedor que ainda não definiu a missão, a visão e os valores de seu negócio, provavelmente você está fazendo por fazer, vagando pelas estradas do empreendedorismo. Estes termos devem ser minuciosamente respeitados e valorizado, pois com eles você conseguirá atrair as pessoas certas para seu negócio.

A grosso modo, definir missão, visão e valor é se posicionar, encontrar o seu espaço no mercado. Assim como eu e você um dia decidimos nossa profissão para o resto de nossas vidas e temos opiniões que provavelmente são fundamentadas conforme os nossos valores, as empresas também precisam precisam decidir quem ela será em toda sua existência e também deve ter seu posicionamento diante do mundo, fundamentado pelos seus valores.

Vamos entender como definimos estes termos.

MISSÃO

Aqui está a oportunidade de decidir pelo que a empresa lutará enquanto ela existir. Por mais que a empresa galgue vários patamares de renome durante o exercício de suas atividade, é preciso ter uma linha de chegada. Definir a missão é definir o porquê da sua existência.

A Apple, por exemplo, tem a missão de proporcionar a melhor experiência em hardware e software para os usuários. Será que ela consegue? Para a maioria da população, sim!

VISÃO

Como a empresa vê o mundo? Como o mundo pode ser melhor com a existência da empresa? Essas e outras perguntas devem ser feitas na estruturação da visão da empresa.

Você já deve ter ouvido alguém dizer antes de expressar uma opinião, ou até você já deve ter dito: “no meu ponto de vista” ou “em minha ótica”. Quando você expressa isso, você diz estar expondo a sua visão sobre o determinado assunto. É exatamente isto a definição de Visão para as empresas.

VALORES

Talvez seja o mais difícil para alguns, mas para definir os valores de sua empresa, basta fazer como fez até agora e analisar a empresa como se fosse uma pessoa mesmo. Aliás, estamos falando de uma pessoa, jurídica, mas é uma pessoa, dependente também, mas é uma pessoa.

Aqui precisamos evitar fazer como a maioria, que selecionam uma lista de valores que acham mais bonitos e divulgam como valores da empresa. Não faça isso! Quando definir um valor para sua empresa, explique porquê aquele é um valor da sua empresa, mas seja sincero com o público e com você mesmo. Se preservar o Meio Ambiente for um valor da sua empresa, explique como a empresa faz para preservar o meio ambiente.

Aqui é importante entendermos que uma pessoa arrogante não se dá bem com uma pessoa cortês. Ou seja, os valores da sua empresa deverão atrair pessoas que possuem os mesmos valores.

Boa sorte!

 

Home office: o trabalho do futuro?

No Brasil existem muitos problemas de infraestrutura precária básica como estradas ruins, crescimento urbano desenfreado e trânsito lento. Muitos trabalhadores buscam uma alternativa para a vida atribulada da cidade. Alguns aderiram ao home office como forma de empreender e ganhar dinheiro sem o stress do dia a dia. O home office é o trabalho feito em escritório diferente da empresa: seja em uma cafeteria, uma sala alugada ou em casa mesmo. Confira 5 dicas para trabalhar a distância:

Pesquise sua área de atuação

Nem todo trabalho dar pra fazer pelo home office. E nem todo profissional tem o perfil desse modelo, por isso é importante conhecer seu campo de trabalho e saber se há possibilidade de concretizar esse sonho antes de qualquer decisão. Converse com colegas da sua área e pergunte a opinião deles.

Converse com seu chefe

Já parou para pensar que seu trabalho talvez possa ser feito pelo computador? Utilizando somente uma boa conexão de internet você pode entregar o resultado esperado pela empresa sem precisar de gastar horas no trânsito, por exemplo. Então, seja esperto e converse com seu chefe. A empresa também pode ganhar cortando custos.

Leia sobre empreendedorismo

Quando o assunto é trabalho remoto a tendência é procastinar, que é aquela ação boba de deixar tudo pra depois, então se informe sobre métodos de produtividade, finanças pessoais e modelos de negócios, afinal, no home office o seu chefe é você mesmo. Pesquise sobre pessoas da sua área que utilizem o trabalho a distância e pergunte quais as vantagens e desvantagens.

Liste seus objetivos

Escreva uma lista com todas suas metas de curto, médio e longo prazo. Isso ajudará a definir procedimentos práticos para a sua mudança. Se você trabalha numa empresa vai precisar limitar os gastos para o novo escritório. Se está desempregado e vê o home office como uma alternativa comece aos poucos: invista no seu desenvolvimento profissional.

Inclua a família no projeto

É casado? Tem filhos? Garanta o apoio deles! Nada é mais ruim do que familiares insatisfeitos porque foram pegos de surpresa por uma decisão individual. Seja paciente. O trabalho home office pode ajudar você e toda sua família a ter mais qualidade de vida.

Siga esses passos e boa sorte no home office!

Hora de crescer: 4 dicas para formar um time campeão

No início de um novo negócio, é normal que o empreendedor desempenhe múltiplas funções, mantendo a estrutura da empresa enxuta e economizando recursos. No entanto, quando a empresa atinge uma certa maturidade, a expansão da equipe é inevitável, para o bem da evolução do empreendimento.

Ao mesmo tempo que este é um bom sinal — a empresa está crescendo —, também é um momento de dúvidas e apreensão por parte de muitos empreendedores. A escolha do time pode ser fator determinante no rumo dos negócios.

Siga a leitura e confira algumas dicas para passar por esse processo com tranquilidade e confiança.

1 – Vá além do currículo

Para empreendedores mais práticos, pode parecer que o foco da busca de bons profissionais limita-se aos seus conhecimentos e competências técnicas. No entanto, é fundamental pensar também nas características de personalidade e valores dos candidatos.

Seja no relacionamento com o cliente ou para representar a empresa em feiras e eventos, uma excelente bagagem técnica não substitui as atitudes que a empresa espera do profissional nessas ocasiões. Foque em valores, padrões de comportamento e crenças dos entrevistados.

2 – Busque pluralidade

Para criar uma equipe coesa, deve-se buscar pessoas com pensamentos parecidos e habilidades similares, certo? Errado! Mesmo que uma equipe mais homogênea possa ser mais fácil de gerenciar, é a diversidade de pensamentos e as capacidades complementares que vão trazer a riqueza e a força que a empresa precisa para crescer e se diferenciar.

3 – Considere uma ajuda profissional

Todo empresário sabe que, em um novo empreendimento, todo centavo conta. No entanto, é necessário estar atento para não cometer as famosas “economias burras”.

Contratar uma consultoria de RH para desenvolver o processo seletivo da empresa representará, sim, um investimento. No entanto, este valor tende a compensar através de contratações valiosas e certeiras. Já pensou o custo de tempo e dinheiro de uma demissão e reabertura do processo seletivo em função de uma contratação equivocada?

4 – Foque no profissionalismo

Seja porque o empreendedor já conhece e confia na pessoa, seja para dar aquela força, a opção de contratar um amigo ou parente pode parecer atraente. Entretanto, os interesses e o bem da empresa devem sempre vir em primeiro lugar. Esse candidato tem o que a empresa precisa? O relacionamento pessoal não vai trazer conflitos para os negócios no futuro? Lembre-se que nem sempre o caminho mais fácil é o melhor para o futuro da organização.

Com essas dicas em mente, o caminho até a equipe dos sonhos fica mais curto e descomplicado. Para finalizar, o último conselho é ter paciência. O cenário de urgência para captar pessoas não é raro, ainda mais em startups, mas pode ser muito perigoso. É melhor destinar um pouco mais de tempo a um processo vencedor, do que tentar resolver a questão rapidamente e passar por problemas com a equipe no futuro.

 

Mullen Lowe Brasil foi um dos grandes destaques no prêmio Colunistas São Paulo 2016

A propaganda fascina com suas histórias incríveis criadas em grandes agências de publicidade. Todos os sentimentos afloram quando a intenção é envolver o público em grandes histórias que levam ao conhecimento de grandes marcas do cenário nacional. Por isto, as grandes premiações têm um valor muito importante. Elas estimulam ainda mais a concorrências entre os publicitários, acentuando a necessidade de oferecer peças cada vez mais criativas para seus clientes.

A Mullen Lowe Brasil, certamente, faz parte do seleto grupo de times criativos incríveis. Por isto, está sempre presente nos mais importantes festivais de premiação da propaganda – seja nacional ou internacional.

Um deste festivais de grande importância é o prêmio Colunistas de São Paulo, criado há mais de 49 anos. O prêmio tem como intuito reunir e julgar grandes peças publicitárias nos mais diferentes formatos de mídia. As etapas que acontecem regionalmente e, depois, reúnem os melhores do país, foi realizada em São Paulo, polo central das maiores agências publicitárias.

Entre tantas campanhas incríveis, a Mullen Lowe Brasil foi destaque levando o GP de Inovação, com a peça “Historinhas de não dormir”, criada para o Café 3 Corações.

A campanha traz 16 contos de terror originais que o público pode ler antes de apreciar seu café. O grande diferencial é que as histórias foram impressas em filtros de papel descartável, utilizando tinta especial feita à base de café.

Ao destacar cada um dos filtros de um grosso livro, o consumidor encaixa-o na base para filtro e molha em movimento espiral com água fervente. O resultado é uma dose de café fresquinha.

Nos filmes, a Mullen Lowe Brasil utiliza um cenário sombrio com um personagem de médico maluco que aproveita sua leitura impressa no filtro descartável e, logo depois, prepara sua dose de café fresquinho. Ao final da história, o personagem se dirige à uma pessoa sequestrada, falando que a pequena dose do Café 3 Corações Extra Forte fará com que ela perca o sono. A assinatura da peça traz a mensagem “Um Livro do Café 3 Corações Extra Forte Que Vai Fazer Você Perder o Sono”.

A criatividade para a criação do livro com os contos de terror, certamente, fez toda a diferença para encantar os jurados do prêmio, o que garantiu o GP de Inovação para a Mullen Lowe Brasil.

A ficha técnica da peça contou com:

Redator: Gilmar Pinna

Diretor de Arte: Victor Toyofuku

Direção de Criação: José Borghi

Direção geral de Criação: José Borghi

Fotógrafo: Denis Sitta

Produtor Gráfico: Walmir Coronate

Direção de Operações: Patrícia Venturini

Direção de Produção: Márcia Coelho

Atendimento: Priscilla Carvalho e Guilherme Zetune

Planejamento: Gabriela Soares e Isabel Nabucos e Isabel Nabuco

Produtora do Videocase: Cine Cinematográfica

Produtor Executivo: Raul Doria

Direção: La Sangre

Direção de Fotografia: Marcelo Corpanni

Montador/ Editor: João Branco

Finalização: Cine X

Atendimento / Produtora: Hingrit Nitsche e Jordana Ribeiro

Produtora de Som: Punch Audio

Maestro/Produtor: Mariano Alvarez

Aprovação (Cliente): Danilo Pacagnella

Ao final da premiação, a Mullen Lowe Brasil somou 32 pontos e 4 prêmios, garantindo o quarto lugar entre as melhores agências participantes.

 

Habilidade de negociação para empreendedores

Negociar, no âmbito de negócios, é mais do que a capacidade de conciliar interesses, mas consiste em conseguir fazer interesses convergirem, de modo que ambas as partes consigam se satisfazer. Nesse sentido, é elementar dizer que a capacidade de negociação é uma habilidade fundamental para aqueles que se aventuram no empreendedorismo. Ao contrário do que a mídia tende a representar, com grandes negociadores agindo ardilosamente para conseguirem sucesso, como em O lobo de Wall Street, o êxito nessa área é muito mais provável quando se empenha com sutileza. Afinal, em analogia ao que se observa na política internacional, mais do que nunca o Soft Power tem sido determinante nas decisões ao redor do mundo.

Dessa forma, na contramão dos estereótipos, o site Entrepreneur possui em sua enciclopédia o artigo “Negotiation”, no qual são apontadas cinco dicas para empreendedores que necessitem realizar alguma negociação. Em resumo, essa enumeração consiste em atitudes realizar atitudes de desprendimento e evitar inflexões.

A primeira dessas características para que se conduza melhor uma negociação é não se apegar a necessidade de que o negócio se complete, isto é, não criar a imposição de que a partir do processo surgirá um acordo. Estar preparado mentalmente para a possibilidade de desistir da proposta com quem se negocia é fundamental para que se admita esse ”insucesso” sem que isso comprometa a capacidade de tomar boas decisões. A analogia realizada aqui é que se trata de um jogo em seu sentido mais lúdico, de modo que o resultado é importante, mas não uma obrigação.

Outra dica apresentada é a de evitar posturas difíceis, que são entendidas como estabelecimento de inflexões. Essa postura pouco versátil causa resistência e afugenta outra parte envolvida na negociação, de modo que se perde tanto por não ter seu interesse atendido quanto por não haver mais a possibilidade de argumentação.

Além disso, é válido lembrar aqui a Teoria psicológica de tomada de decisões, apresentada resumidamente em um vídeo no site Big Think. Segundo seus desenvolvedores, ganhadores do prêmio Nobel por esse estudo de comportamento, a decisão de um indivíduo é resultado de como esse avalia os riscos envolvidos. Nesse sentido, o principal ponto foi a compreensão de que a ideia de perda gera muito mais aversão que a possibilidade de lucro, portanto, é muito mais provável de ser determinante em uma negociação. Empreendedores podem aplicar esse conhecimento pela exposição de tudo que será perdido caso não haja um acordo, contribuindo para a melhor decisão entre ambos os envolvidos.

Assim, mais do que se apoiar apenas em retórica e habilidades de comunicação, conduzir uma negociação no âmbito de negócios requer que seja empregado atitudes e técnicas para o completo êxito, lembrando-se que trata de uma relação na qual ambas as partes devem sair beneficiadas.

 

Empreendedorismo rosa-choque

As estatísticas do empreendedorismo ganharam um tom de rosa-choque. São mulheres que cada vez mais estão se aventurando no mundo dos negócios, buscando independência financeira, flexibilidade de horários e qualidade de vida. É o milênio da mulher empresária, que não sucumbe frente aos paradigmas de uma sociedade que até hoje a subestima.

Se em um passado não tão distante o sinônimo de uma mulher bem-sucedida era ter um marido de boa posição social e numerosos filhos, hoje a realidade força o dicionário encontrar uma nova definição de sucesso para elas. A começar dentro de casa, vendo suas mães trabalhando, estudando, cuidando da casa, sendo esposas (e mães!), a visão de mundo das crianças é modernizada, porém chega a ser um pouco assustadora. São muitas atividades para uma pessoa só. Acrescentando a isso, ainda há a submissão à uma lei trabalhista que não é devidamente adequada às necessidades da mulher trabalhadora. Mas o sexo feminino, que não tem nada de frágil, não se deixa oprimir e continua lutando por mais qualidade de vida pessoal e profissional. Uma das saídas que tem encontrado é a trilha do empreendedorismo.

A passos criteriosos, as mulheres têm se enveredado nas oportunidades que vem surgindo timidamente para ajuda-las no seu desenvolvimento, como por exemplo, nas grandes indústrias de cosméticos que dão a chance a elas de tornarem-se representantes e consultoras, através de um marketing multinível que retribui e, até recompensa, cada esforço de vendas realizadas.

Outra boa notícia, para empresárias americanas, é que, recentemente, o atual presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, juntamente com o primeiro-ministro do Canadá, Justin Trudeau, reuniram-se em uma discussão que visa facilitar o acesso de capital para mulheres empreendedoras. Isso pode servir como incentivo para que outras futuras empresárias possam também dar passos largos rumo à expansão de seus negócios, liderados por habilidades que só se encontram no gênero feminino.

A luta pelo fim do preconceito continua, mas é preciso reconhecer as muitas conquistas obtidas ao longo da história da emancipação da mulher. Os anseios e os sonhos são cada vez mais atuais, uma vez que ter um emprego com equiparação de salário já não basta. Vencendo o medo, a desilusão e os estereótipos, elas querem ser donas do próprio negócio, autoras de si: administram o próprio tempo, determinam o quanto querem ganhar e colocam como metas seus sonhos a serem realizados.