Adequando seu negócio nos momentos de crise

 

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O momento de crise na economia tem sido um desafio para os empreendedores. O especialista em gestão de crise, Artur Lopes, e autor dos livros “Quem matar na hora da crise” e “Negócio Sem crise” aconselha a mudança de estratégia dos empreendedores e foco em metas que beneficiem a redução de gastos. Em momentos de instabilidade da economia, as pequenas e médias empresas são as mais afetadas.

Mesmo contando com impostos diferenciados, as médias e pequenas empresas, tem acesso dificultado às linhas de crédito boas para investimento e a gestão é deficiente. Muitos empreendedores fundam negócios a partir da sua atuação no mercado, e mesmo com experiência no ramo, falta conhecimento em gestão e consciência dos imprevistos que podem acontecer no mercado econômico.

O gasto fixo de uma empresa deve ser reduzido sempre que possível. Muitas das vezes, os empresários não analisam sobre a real necessidade de alguns custos, entrando numa zona de conforto. É necessário fazer uma avaliação de cada caso, já que, alguns custos é preciso como forma de estratégia de crescimento e garantir a sobrevivência da empresa no futuro.

Manter estoques sem balanço ou incompatíveis com a demanda é algo a ser mudado. Em momentos de crise, a primeira ação a ser feita é cortar os excessos. Não adianta manter uma oferta muito ampla de itens que não são vendidos com frequência.

No momento de instabilidade econômica, muitas das vezes é difícil o aumento da receita. O fluxo de caixa fica cada vez mais pressionado. Para os empresários endividados, é importante pensar numa renegociação da dívida, por exemplo, aumentando o número de parcelas.

É preciso mudar o pensamento do brasileiro, que na maioria das vezes enxerga a contabilidade como um encargo fiscal. Na verdade, ela deve ser encarada como uma ferramenta de administração. Para evitar que no final do ano seja percebido que houve um prejuízo, deve-se criar indicadores de avaliação da performance no negócio ao longo de todo tempo de atuação. É necessário acompanhar sempre os resultados, para que se for notado que algo não está bem, a correção seja feita o mais rápido possível.

Devido ao endividamento do setor público, o dinheiro tem ficado cada vez mais caro. Em momentos como esse, o empresário deve buscar outros meios para seu financiamento. Obter recursos com particulares, desmobilização de ativos pessoais, contratar um empréstimo com o BNDES são algumas práticas válidas para manter o negócio funcionando mesmo na crise.

Na crise, é importante ter atenção com a administração interna, a posição dos concorrentes, clientes e fornecedores, e principalmente com a tendência no mercado. São em momentos como esse, que o empresário se compromete mais com a gestão da empresa, e isso deveria ser a todo momento, não só nos períodos difíceis.

 

 

Grupo RBS, de Duda Melzer, faz 60 anos e tem ano de mudança de estratégia

Se o nosso mundo está em constante mutação, assim também se encontra, logicamente, o mercado de forma geral. E o setor da comunicação, por ser essa habilidade e instrumento da essência do homem civilizado, mais ainda, cabendo então às grandes empresas dessa área uma atualização constante, para nunca ficarem de fora das novas tendências, das novas formas de interação entre as partes.

Por ser o Grupo RBS, que é atualmente presidido por Duda Melzer, além do maior conglomerado de mídia do sul de nosso país, também um dos mais antigos do Brasil inteiro, não pôde ficar de fora dessa tendência de reinvenção rumo ao moderno. Assim, não só como comemoração aos 60 anos de existência, como também em forma de nova estratégia, o Grupo resolveu focar tanto em jornalismo quanto em entretenimento. Ademais, também foi pensada uma forma diferente de relação com os clientes e as agências, ou seja, o mercado em geral.

A nova estratégia do Grupo de Duda Melzer, em detalhes

O Grupo, do qual Duda Melzer é atual presidente e chairman, para o ano de 2017, foi redesenhado a fim de que as unidades de negócio passem para uma atuação em formato horizontal e também integrada, considerando-se, ao todo, cinco áreas, com o fim de que se adapte ao comportamento que tem o público no consumo de informações e às novidades do mercado, tanto a estrutura quanto a atuação do grupo. As áreas citadas, vale pontuar, são as de Marketing, Mercado, Editorial, Finanças e Produto e Operações.

O CEO de mídias do Grupo de Duda Melzer, Claudio Toigo Filho, buscou reforçar a crença que têm dentro do conglomerado sobre a produção de conteúdo não só certificado, mas principalmente de qualidade, e para todas as plataformas, vale lembrar. Segundo ele, neste momento em que as conexões não são nunca interrompidas, em que sempre se está ‘online’, resolveram por dar uma “virada”, tratando-se de comunicação especificamente, indo assim em direção a um modelo de constante evolução. Ele ainda completa considerando que isso proporcionará maior completude e agilidade para a entrega de uma oferta singular e valorosa, ao ponto de gerar mais e mais negócios para os seus anunciantes.

Por fim, quem demonstra a maior confiança sobre essa nova estratégia é o próprio Duda Melzer, atual presidente do Grupo e do Conselho de Administração, e também fundador da e.Bricks Digital. Ele, que demonstrando convicção sobre a necessidade de uma postura atenta às constantes mudanças da indústria de mídia, defendeu, com veemência, ter o seu grupo a vocação de estar sempre à frente, antecipando o que depois vem a se tornar tendência no mercado, além de aproximar o povo, usando da comunicação para isso.

Ele ainda afirma ser a comunicação, para o desenvolvimento da sociedade em que vivemos, um de seus pilares fundamentais. Desse modo, garantiria-se um estado de preparação para as mudanças de 2017. Afirmando, por fim, que isso também levaria a um aumento de intensidade quanto às relações do grupo seja com o público, seja com o mercado.

Saiba como a cultura de empresa vai aumentar a performance da sua empresa

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Deseja ter os melhores serviços? Dispor de um armazém bem organizado? E contar com o melhor atendimento em sua empresa? Então prossiga neste artigo e descubra como investir numa boa cultura de empresa pode ajudar e muito a atingir tais objetivos.

Mas o que é cultura de empresa?

Cultura de empresa é o conjunto de valores comportamentais compartilhados pelos trabalhadores da empresa, ou simplesmente o que os trabalhadores fazem quando não estão sendo observados pela gerencia da empresa.

Por isso, a gestão dessa cultura deve ser levada acima da conta, pois ela pode elevar ou mesmo destruir a empresa. Estudos apontam que uma boa gestão da cultura de empresa pode significar uma melhoria na performance cotidiana da empresa, o que significa mais de 200% de vantagem em relação a concorrência.

E para conseguir atingir tais resultados, é necessário criar uma boa cultura de empresa ou mesmo melhorar a atual (se já está boa), e a gestão dos recursos humanos é o ponto de partida.

“Confira já a seguir dicas para solidificar a cultura de empresa”

  1. Seja rigoroso no recrutamento

Este é o processo que define por completo que tipo de cultura você deseja para a sua empresa, por que se os trabalhadores escolhidos não compartilharem dos mesmos valores da empresa, a cultura de empresa regredirá um grau.

Por isso estude muito bem os candidatos em entrevistas de emprego, vá além da observação de qualificações profissionais e tente ouvir mais sobre o que a pessoa é a nível de caráter.

  1. Proporcione uma boa integração

Um bom ambiente de trabalho é crucial na moldagem diária do caráter dos trabalhadores e cultura da empresa, por isso faça de tudo para proporcionar boas condições de trabalho.

Porque simples detalhes como um espaço limpo, ar-condicionado e cores do local de trabalho, podem influenciar bastante no estado de espírito da pessoa, o que pode refletir-se num desempenho maior. Um exemplo bem notável é a Google, que conta com um espaço de trabalho bem simples, porém ao mesmo tempo inspirador.

  1. Motive os colaboradores e trabalhadores

Fazer os trabalhadores e colaboradores da empresa saberem em que estágio a empresa está e onde ela deve chegar, é um componente importantíssimo na motivação dos recursos humanos.

Por isso fazer reuniões, bem como preparar surpresas para os trabalhadores (desafios mensais, datas especiais, etc.) deve ser uma das prioridades da setor de RH.

  1. Crie um exemplo de referencia

Comece por si mesmo a contribuir para a criação de uma cultura de empresa sólida, dando um exemplo de referência para os seus trabalhadores.

Seja organizado e assíduo, ou melhor, torne-se uma espécie de “trabalhador perfeito”.

Com todas ações anteriores aplicadas na empresa, só resta fazer de tudo para reter os trabalhadores na empresa, pois uma única demissão pode significar um desalinhamento na cultura de empresa.

Ainda compensa ter o próprio negócio, segundo levantamento do Sebrae-SP

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Pesquisa mostra que o Estado de São Paulo representa 26% de MEIs do total do país

Uma recente pesquisa realizada pelo Sebrae-SP (MEI 2017) aponta que 86% dos Microempreendedores Individuais (MEI) do Estado de São Paulo estão muito satisfeitos com o próprio negócio, mesmo diante da crise.

As razões pelas quais alguém deseja empreender são muitas, desde a busca pela independência, dificuldade para uma recolocação com carteira assinada a menores impostos, entretanto, a porcentagem dos que buscam ser independentes é maior: 81%.

Segundo Paulo Skaf, presidente do Sebrae-SP, o MEI ajuda a economia, trazendo avanços para quem empreende, à comunidade e à sociedade geral. Além disso, a figura jurídica do MEI garante a cidadania empresarial a milhões de paulistas, sendo a porta de entrada para ampliar as possibilidades de negócios. Só no Estado de São Paulo já são 1,8 milhão de microempreendedores individuais, que representa 26% do total do país.

Apesar de ser uma boa opção para ter uma fonte de renda e ser o próprio patrão, a maioria esbarra em problemas que, se não corrigidos, podem acarretar multas. É o caso de 40,6% que desconhecem a Declaração Anual do MEI, tornando a situação do empreendedor em algo irregular, caso não pague. Já 47,4% não fazem controle mensal de vendas, um problema que pode gerar mais prejuízo. Atrasar um pagamento do carnê do MEI é outro problema enfrentado por muitos.

Também foi revelado que muitos MEIs nem sabem que têm direito a benefícios previdenciários tais como: aposentar-se por idade, auxílio-doença e salário maternidade.

Boa gestão garante sucesso no negócio, explica diretor-superintendente do Sebrae-SP

Muitos MEIs investem em ramos como beleza, construção e vestuário, mas apesar deles terem espírito empreendedor, o levantamento aponta a necessidade de melhorar a parte da gestão. Segundo Bruno Caetano, diretor-superintendente do Sebrae-SP, a gestão precisa de atenção, porque isso determinará o sucesso do negócio. A sua observação tem muito a ver com o fato de que 82,8% dos MEIs não têm uma conta em banco como pessoa jurídica; ou é conta pessoal ou nem conta em banco eles têm.

A falta de uma máquina de cartão de crédito e débito, ainda que muito divulgada como forma de pagamento de clientes, não está tão difundida na categoria como deveria. 41,3% garantem emitir a nota fiscal apenas quando o cliente solicita.

Mesmo com alguns percalços, o MEI já é um movimento consolidado, tendo em vista que muitos entrevistados se consideram um empreendedor, atingindo uma nota de 8,7 sobre a questão.

A pesquisa foi realizada com 1.728 MEIs ativos, em abril de 2017, por meio do telefone. Com 95% de confiança a uma margem de erro de 2,3% na amostra.

5 passos para abrir sua empresa em tempos de crise

 

Quem pretende abrir uma empresa em tempos de crise compreende que os riscos do negócio fracassar são maiores, já que muitos fatores estarão desfavorecendo o projeto. Por exemplo, o pior de todos, o consumo em baixa – que por sua vez aumenta o desemprego e não ajuda a gerar uma renda estável para suprir as necessidades do empreendimento.

Sobreviver em tempos de crise não é um processo fácil. Entretanto, se você não sabe, o mercado de trabalho é feito de sobreviventes, que para não cair em armadilhas da crise novamente seguem passos importantes, onde acompanham de perto as tendencias do mercado e permanecem atentos ao noticiário econômico.

O empreendedor de primeira viagem deve anotar esses passos básicos para assim iniciar a tarefa de abrir sua empresa em tempos de crise. Além das informações, ele precisa anotar também mais 5 passos que os empreendedores sobreviventes julgam ser essenciais. São eles:

  1. Faça pouco investimento

Com os dias difíceis cercando os clientes, que possuem pouco dinheiro, a certeza de procurar por soluções mais baratas e simples é bem maior. Então procure fazer investimentos menores no seu projeto, pois caso não dê certo, o prejuízo será pequeno.

A dica para os empreendedores de primeira viajem é descartar o empréstimo bancário e optar pelo sócio com capital. Como você precisa poupar dinheiro, o empréstimo não é a melhor solução, já que os juros bancários são muito altos.

  1. Aposte na sua experiência de mercado

Seguir um caminho só porque ouviu dizer que o negócio rende muito, acredite, nem sempre é a melhor alternativa. Por essa questão, aposte no que já conhece, pois assim você caminha com mais tranquilidade. Além disso, entender da concorrência no segmento, ter experiência na área e fazer aquilo que gosta são práticas fundamentais para o sucesso da marca.

  1. Crie um planejamento financeiro

Para o empreendimento não causar frustração e virar pesadelo, é necessário criar um planejamento financeiro, de preferência bem detalhado. Na sua caderneta de anotações, escreva as principais questões: quando pretende ter o retorno do investimento, quanto vai investir e de quanto precisa para renda familiar.

  1. Conquiste parceiros

Todos que seguem a carreira de empresário começam a entender que sozinho é difícil chegar à lugares altos. E contar com uma parceria é realmente fundamental. É dessa maneira que o empreendedor obtêm uma estrutura enxuta, fazendo com que os custos da nova marca sejam reduzidos.

A parceria com outras empresas especializadas em diferentes áreas podem trazer diferentes vantagens para o empresário, que vai da terceirização, que pode auxiliá-lo na parte de alguns processos, até na hora da compra de matéria-prima, que pode ser adquirida por preços interessantes.

  1. Conheça e atenda a necessidade do cliente

A necessidade do cliente aparece de uma forma mais intensa em tempos de crise. Com isso, a empresa acaba esquecendo do consumidor e prefere afunilar a visão nas vendas de seus produtos. Dessa forma, o comprador percebe a atitude e passa a enxergar a concorrência, já que a própria entrega a solução da sua necessidade.

Se busca atrair e fidelizar novos compradores, é de suma importância mudar o hábito, até que se resolva o tal problema. Para não perder o freguês e acabar caindo nas armadilhas do fracasso do empreendedorismo, focar na necessidade do cliente pode ser um excelente argumento de venda

5 dicas para uma boa gestão financeira na sua empresa – com Flavio Maluf

A diferença entre o sucesso e a derrocada de uma empresa pode ir além da qualidade do produto ou serviço prestado. Também pode não estar associado apenas ao desempenho dos funcionários ou aos descontos dos fornecedores. Segundo especialistas, as boas práticas de gestão financeira são fundamentais para o equilíbrio da empresa e possibilitam ao empreendedor visualizar a atual situação do negócio para, a partir daí, traçar metas de crescimento, reporta o executivo das empresas Eucatex,  Flavio Maluf.

Abaixo listamos algumas dicas que com certeza irão auxiliar o empreendedor na prática de uma gestão financeira exitosa e consequente sucesso empresarial.

Dica #1: Mantenha as contas em dia

Os micro e pequenos empresários, por vezes, não conseguem descortinar de forma eficaz os resultados do negócio, sejam eles mensais, semanais ou diários; também existe a dificuldade de analisar as tendências que estes resultados indicam.

Possuir uma contabilidade bem estruturada é indispensável para manter-se a par das entradas e saídas da empresa e da saúde financeira do seu caixa. Dedique algum tempo à verificação das informações de caixa e familiarize-se com os números e expressões financeiras. Se possível invista na contratação de um contador para auxiliá-lo nestas atividades, cita Flavio Maluf.

Dica #2: Conheça as novas formas de financiamento

De forma geral, as pequenas e médias empresas irão vivenciar turbulências ou dificuldades financeiras em algum momento, seja por conta da realidade econômica ou pela necessidade de expansão do negócio. Estudos revelam que a obtenção de financiamento é um dos grandes embaraços das pequenas e médias empresas no Brasil. Contudo, diversas plataformas online modificaram – e facilitaram – a forma de acesso aos empréstimos.

O crowdfunding (financiamento coletivo) e os investidores-anjo, conforme reporta Flavio Maluf, são ótimas opções para o desenvolvimento de empreendimentos nascentes. Usufruir as oportunidades de investimento financeiro são elementares para o crescimento e cumprimento das metas estabelecidas.

Dica #3: Informe-se com quem entende

Após conseguir um financiamento o empreendedor não pode relaxar. Nesse momento a estratégia é manter o negócio rentável e investir os novos recursos da forma mais eficiente possível. É de grande relevância que o empresário busque conselhos e informações em feiras, palestras e conferências sobre como melhor utilizar o financiamento. Esteja atento também aos gurus do empreendedorismo como Bill Gurley e Marc Andreessen – deles podem-se aproveitar valiosas dicas -, noticia Flavio Maluf.

Dica #4: Utilize aplicativos de organização financeira

São vários os aplicativos de celular e programas de computador que facilitam a manutenção e controle das finanças em uma empresa. A partir deles, o empresário pode gerar relatórios, promover uma análise acurada do desempenho dos produtos e estar a par de oportunidades de crédito por conta da integração de dados com bancos e operadoras de cartão de crédito.

Dica #5: Reorganize as dívidas da empresa

Quem está inserido no meio empreendedor sabe o quão difícil é alcançar o sucesso, afinal de contas, as estatísticas revelam um terço das empresas não chegam aos dois anos de vida. Boa parte deste triste cenário deve-se ao acúmulo de dívidas no início do empreendimento. Desta forma, é vital que o empresário busque manter um canal de negociação com seus credores e planos de reestruturação do negócio, reporta Flavio Maluf.

 

 

Aumento da receita da Avon no Brasil

 

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Em relação ao ano anterior, a Avon obteve um aumento de 26% na receita no Brasil, nos três primeiros meses do ano em dólar e de 2% em moeda constante, esses números foram apresentados pela empresa de cosméticos multinacional, com mais de 50 anos no mercado brasileiro, e que está empenhada na beleza, inovação e otimismo, principalmente das mulheres. O portfólio de produtos inclui linhas de cuidados para a pele, maquiagem, fragrâncias, itens de decoração e moda.

O que foi divulgado pelo balanço, mostra que o aumento mostrado pela média de pedidos, ficou apagado pelo retrocesso das representantes ativas durante essa mesma época.

Os analistas do Credit Suisse, informaram a seus clientes, destacando que as vendas em moeda constante dos cosméticos da empresa americana se mantiveram estáveis, e as da brasileira Natura, que está presente em sete países da América Latina e na França, subiram 3%, nesse período.

As vendas das duas empresas tem sido diferentes nos últimos meses, com a empresa de cosméticos Avon, demonstrando um maior volume de vendas no final do ano de 2016, tendo a empresa Natura, um melhor desempenho  nos três primeiros meses  de 2017.

Segundo um grupo de analistas, devido a problemas estruturais, a Natura trabalha com afinco para solucionar essas questões, já conseguindo alguns avanços, esperando a melhora na economia, para uma melhor estabilidade das vendas.

A Avon mostrou um balanço mundial, com a eficiência operacional da empresa ajustada, teve queda de 1,3% na mesma época de 2016, passando para 2,9% devido a alguns motivos, como por exemplo, o aumento dos gastos ocasionados pelos números altos de inadimplência, em grande parte brasileira, sendo essa consequência devido aos maiores gastos com transportes e reparação dos pagamentos de ações.

Analisando dados globais, as ações da empresa tiveram uma queda de 16,6% em Nova York, em torno das 13 horas, tendo 36,5 milhões de dólares de prejuízo nas operações continuadas, tirando os impostos, a ação diluída valendo 0,10 dólar, contando um prejuízo de 156 milhões de dólares, 0,36 dólar cada ação, no ano anterior.

Nas operações continuadas, o prejuízo tirando os impostos, foram de 28 milhões de dólares, sendo 0,07 dólar por ação diluída, tendo como prejuízo 27 milhões de dólares ou 0,07 dólar cada ação, nos primeiros três meses de 2016.

Mas houve um aumento na receita total da empresa Avon, de 2%, indo para 1,3 bilhão de dólares, tendo queda de 1% namorada constante.

Um lucro de 0,01 dólar por ação e uma receita de 1,34 bilhão de dólares foram estimadas pela pesquisa Thomson Reuters I/B/E/S.

Houve um aumento de 0,9% na margem bruta, indo para 61,2%, sendo ajudada pelo impacto líquido positivo de preço em comparação ao mix.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Moradores de São Paulo transformam matagal periférico

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Os moradores do bairro Itaim Paulista, na região leste da capital paulistana, decidiram transformar uma área de mais de trinta metros quadrados de área em um parque com pista de bicicross, horta comunitária e Academia da Saúde a céu aberto.

Tudo começou quando em Dois mil e seis, na gestão do atual Ministro da Ciência, Tecnologia e Comunicações do governo do presidente da República Michel Temer, uma empreiteira derrubou trinta árvores do local com intenção de transformá-lo num condomínio privado, sendo impedida por um abaixo-assinado com mais de dez mil assinaturas promovido pelos moradores do bairro para que a Prefeitura Municipal de São Paulo transformasse o local num parque. E conseguiram.

BMX Dirty

Anterior da criação do Parque do Itaim Paulista em dois mil e treze, segundo ano da gestão do pestista Fernando Hadadd um grupo de praticantes de BMX Dirty (sigla de Bicycle(B) Moto(M) Cross(X)esporte em que corredores de bicicleta descem e sobem rampas de terra ou madeira, secção do esporte chamada no jargão atlético de Dirt Jump) decidiu criar uma pista profissional para o esporte, e trouxe consigo a criação de uma horta comunitária e uma composteira.

A pista é zelada pelos próprios atletas que dela fazem uso. Ela atrai amantes do esportes do Brasil e do Exterior, sendo reconhecida pela prefeitura por isso.

Apoio da Gestão Municipal

O apoio dado pela Prefeitura de São Paulo resume-se a instalação de equipamentos esportivos improvisados destinados aos idosos, oficinas realizadas com crianças do ensino público da capital paulistana na plantação de hortaliças, pois como declara um dos organizadores do projeto, Diego Malagode:”Nós já damos aulas de plantio em algumas escolas. Queremos que elas (as crianças) tenham um lugar para colocar isso em prática com seus professores, pois nem todas as escolas e creches têm hortas”, disse.

Mais um polo de cultura em SP

Os moradores planejam agora transformar o parque do Itaim Paulista num polo cultural em que se realizaram atividades como dança, teatro, cinema, saraus dentre outras.

Já pintaram muros, limparam mato e estão dando nova vida a prédios abandonados no local.

O próximo passo é a arrecadação de fundos para a remontagem da infraestrutura, e para isso os moradores realizarão festas e feiras no local durante todo o ano.

“Queremos que a sociedade use e cuide do nosso espaço, sem esperar nada do poder público. Unidos somos mais fortes e por isso ocupamos o espaço e já fizemos tantas coisas”, explicou o músico e um dos cidadãos à frente do projeto Rodrigo Carvalho

Um dos problemas, todavia, para a criação do polo de cultura é a Guarda Civil Metropolitana, que quer construir uma base no local.

 

Hospital Copa Star: arquitetura aliada à tecnologia de ponta

O Hospital Copa Star, localizado no bairro de Copacabana, na capital do estado do Rio de Janeiro, inaugurado no segundo semestre de 2016, é uma unidade da Rede D’Or São Luiz cujas especialidades são as áreas de Neurocirurgia e Cirurgia Cardíaca, cujo foco de atendimento é a classe A da sociedade. Os principais pontos de destaque desta unidade são o design arquitetônico moderno e o que há de melhor em equipamento e atendimento hospitalar.

Plano de arquitetura desafiador

O projeto arquitetônico do Hospital Copa Star é assinado pela carioca RAF Arquitetura, empresa fundada em 1999. Flávio Kelner, também do Rio de Janeiro, um dos autores do projeto e um dos fundadores da RAF Arquitetura, conta que houve desafios em virtude da localização do conjunto hospitalar ser dentro da Área de Proteção do Ambiente Cultural do bairro Peixoto. Para não sair da jurisdição imposta pela região e, ao mesmo tempo, manter o lado institucional, os arquitetos planejaram duas estruturas pareadas de mesma metragem nas partes superior e inferior da rua, como se fossem dois prédios, mas de altura um pouco menor (o limite máximo era 15 metros).

Sustentabilidade com conforto

Além da tecnologia visada a dar o melhor atendimento aos pacientes e a melhor performance dos colaboradores, o Hospital Copa Star une a modernidade à preservação dos recursos naturais e à economia: a construção conta com amplas janelas e fachadas que aproveitam a luminosidade natural, e na iluminação artificial foram utilizadas lâmpadas LED nas paredes e portas. Estes fatores visam o bem-estar da equipe médica e dos internos (para sanar a sensação de reclusa, típica de um ambiente hospitalar).

O prédio também conta com revestimento acústico para minimizar o ruído externo e preservar a privacidade dos pacientes e do grupo médico em geral.

Serviços de hotelaria e obras de arte

A arquitetura do Hospital Copa Star foi planejada para que o ambiente fosse como um hotel, um centro comercial, cuja ideia é que o paciente se sinta confortável, como se estivesse em sua própria casa.

O restaurante do complexo hospitalar, o qual é também aberto ao público em geral, conta com um refinado cardápio de alto padrão culinário internacional. Mesmo sendo uma alimentação de requinte elevado, o menu do restaurante foca na saúde.

Os materiais usados nas alas e nos pisos são de procedência nobre, de alta durabilidade e de fácil manutenção. A intenção de focar a alta qualidade é transmitir aos usuários do hospital uma atmosfera de acolhimento, de tranquilidade.

Os corredores e as salas do Hospital Copa Star contam com inúmeros quadros, esculturas assinadas pelo artista plástico nipo-brasileiro Yutaka Toyota e painéis de azulejo cuja autoria é de outro fundador da RAF Arquitetura, o carioca Rodrigo Sambaquy. O edifício possui também um buquê exclusivo e predominante de três fragrâncias (amadeirada, almiscarada e cítrica), o que traz elegância, requinte e sofisticação ao ambiente hospitalar.

 

7 ações para ajudar sua empresa a sair do vermelho

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Sair de uma situação financeira negativa parece ser impossível, principalmente quando se trata de micro e pequenas empresas, que, no geral, trabalham com um orçamento muito justo, não tendo sobra ou folga para lidar com situações de crise.

Contudo, é importante manter o foco e a cabeça no lugar, a fim de saber adotar atitudes estratégicas para resistir ao momento ruim e tirar a sua empresa do vermelho. Existem conceitos muito básicos que ao serem observados e aplicados com mais afinco e cuidado, podem reverter um quadro muito negativo.

Veja aqui 7 dicas para tirar sua empresa do vermelho.

  1. Dê atenção ao seu fluxo de caixa

Neste tópico, vamos falar de algo muito básico: despesas e receitas. É importantíssimo identificar seus gastos fixos, bem como a média de faturamento por período, a fim de possuir uma previsão das situações, podendo antecipar-se em resolvê-las ou revertê-las. Pode parecer bobo, mas muitos empreendedores não têm controle sobre as finanças ou sobre o fluxo de caixa da empresa.

  1. Redução rápida de custos

Se a sua empresa está no vermelho, não se agarre à ideia de que tudo pode melhorar repentinamente, pois isso pode fazer com que você mantenha gastos que deveriam ser cortados imediatamente. Lide com a situação atual, pois controlando-a, poderá fazer prospecção do futuro.

  1. Lembre-se que o seu dinheiro é o seu dinheiro e o dinheiro da empresa é da empresa

Mesmo parecendo um erro de principiante, muitos modelos familiares que atuam principalmente em micro e pequenas empresas, misturam despesas, gastos e aquisições pessoais com custos empresariais. Se isso acontece no seu negócio, é urgente que haja uma separação. Separando, os controles dos custos da empresa serão mais claros e portanto gerenciáveis.

  1. Não perca a eficiência de sua empresa

Quando falamos na necessidade de cortar custos rapidamente, é importante ressaltar que isso não pode implicar na qualidade do serviço ou produto prestado pela sua empresa. Os cortes de gastos devem ser feitos com consciências, de forma que não prejudique o empreendimento. Procure onde há ociosidades, para poder realizar os cortes.

  1. Dialogue com seus fornecedores

Aqui entra uma grande vantagem de manter uma relação amistosa e crível com os fornecedores: quando você passa por alguma situação de aperto, pode conversar, pedindo um prazo maior para realizar os pagamentos pelos produtos, explicando a situação.

  1. Empréstimo somente com bancos

Por desesperos, alguns empresários acabam cedendo à condições absurdas de empréstimo por parte de sites ou outras instituições de crédito. Não faça uma dívida cujo custo é inacessível para você, não assuma um compromisso que não poderá cumprir. Tomar essa atitude, ao invés de ajudar sua empresa ao sair do vermelho, vai contribuir para que ela continue assim.

  1. Não fique inadimplente com seus principais fornecedores

Na pior das hipóteses, pode ser que aconteça de a empresa não conseguir cumprir com todos os compromissos. Nesse caso, negocie taxas, valores e condições com fornecedores secundários, mas não deixe de forma alguma de pagar quem fornece o giro para o seu negócio, pois se esse fornecimento parar, sua empresa também para.

Veja mais algumas dicas acerca desse assunto, clicando aqui.