Incentivo faz crescer o empreendedorismo em bairros carentes no Brasil

Uma pesquisa realizada sobre o empreendedorismo na periferia do Sudeste brasileiro, apresentou dados positivos em relação a mentalidade empreendedora quando ela é incentivada.

Os dados dessa pesquisa foram levantados em 2015 pela consultoria Data Popular, registrando um número crescente de negócios em bairros carentes. A estimativa do número de pessoas que vivem em bairros carentes na região Sudeste é de 12,5 milhões, que é considerado um público-alvo com grande potencial de negócios. Existe uma grande importância para a macroeconomia do país ao considerarmos esse grande número de pessoas somente nesta região.

Se conseguíssemos reunir toda essa área em que estão localizadas as comunidades carentes na região Sudeste, com certeza seria o 5º maior estado brasileiro em termos de extensão territorial. Esse número representa grandes oportunidades de negócios que podem ser gerados em diversas áreas. Através de iniciativas de grandes empresas que passaram a fazer parte dessas comunidades, o auxílio na criação de projetos desses moradores apresentou resultados com uma quantidade maior de empreendedores nos últimos anos.

Esses negócios podem buscar diversos nichos e situações financeiras, como um salão de beleza montado na garagem de casa ou um restaurante em uma área comercial, por exemplo. O grande objetivo dessas iniciativas em todo o Brasil, não só na região Sudeste, é de incentivar a mentalidade do brasileiro para a realidade do empreendedorismo.

Uma dessas iniciativas é a da Favela Holding – FHolding, que está localizada no Rio de Janeiro. Também existe o Empreende Aí, que presta serviço de conscientização do empreendedorismo nas comunidades carentes de São Paulo.

O projeto FHolding conta com a participação de Celso Athayde, um ex-coordenador da CUFA – Central Única de Favelas, que viu a necessidade de uma intervenção educacional do empreendedorismo nessas comunidades.

“No total somos 21 empresas. Todos os nossos colaboradores moram em favelas. Os moradores são sócios de muitos dos nossos negócios. Nós causamos impacto na base da pirâmide. Seja na empregabilidade ou no meio empreendedor. Vivemos num país capitalista, não adianta falar de ações sociais sem falar em ganhar dinheiro. Essa sempre foi a nossa pauta, fazer os jovens das favelas se envolverem com negócios e sobreviverem deles”, explica Celso.

Facebook anunciou no Salão de Frankfurt que não fabricará carros

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O futuro dos carros não dependerá do Facebook, segundo uma afirmação de Sheryl Sandberg, a diretora de operações do Facebook. A rede social não fará parte da disputa entre montadoras para desenvolver tecnologias automobilísticas, segundo Sandberg.

“Eu tenho uma boa notícia. Somos a única empresa no Vale do Silício que não está construindo um carro”, revelou a diretora na cerimônia de abertura do evento automobilístico do Salão de Frankfurt.

A afirmação é uma referência ao icônico fato de que o Facebook foi patrocinador de uma área em específico do evento, chamada de “novo mundo da mobilidade”. Essa área do evento reuniu empresas de tecnologia, fabricantes de automóveis e startups que visam os tipos de veículos com motor elétrico e direção autônoma. Sendo assim, algumas empresas suspeitaram de que a rede social estivesse de olho no mercado de veículos.

Contudo, a diretora também declarou que a rede social se juntará em breve em um projeto que será realizado em Munique com parceria de montadoras e startups. O projeto será voltado para um teste de mobilidade urbana. Além disso, o Facebook também irá patrocinar uma outra área de estudos de uma universidade em Berlim, que tem o foco de desenvolver produtos digitais.

Entre as grandes empresas de tecnologia que entraram para o setor de automóveis estão a Apple e a Alphabet, a grande dona do Google. As duas empresas trocam informações e projetos relacionados a veículos e tecnologias. Elas estão tão integradas no setor automotivo que a segunda delas, já abriu um processo contra a empresa Uber, acusando a startup de ter roubado seu projeto de carona. Depois do inquérito aberto, a Alphabet também abriu a sua própria divisão específica para atuar no setor que levou o nome de Waymo.

Já no caso da Apple, suas tecnologias para o setor automotivo tem o foco de criar sistemas que permita que os carros se guiem sozinhos, o famoso sistema de carro autônomo. Dentre as empresas que conseguiram autorização para desenvolver e testar a tecnologia nas ruas da Califórnia, localizada nos Estados Unidos, a Apple foi uma das últimas a ser aprovada.

Outras empresas como é o caso do Uber, também fazem constantes investimentos para o setor automotivo em busca de novas tecnologias e performances que possam modernizar o conceito de veículo.

 

Foi aprovado pelos acionistas da BR mudanças para atender às normas do Novo Mercado da bolsa

Foi aprovado em assembleia pelos acionistas da BR Distribuidora, que é a subsidiária de distribuição de combustíveis da companhia estatal, uma reformulação de associados e a mudança do estatuto da empresa, medidas essas preventivas caso haja a aceitação ao segmento da lista do Novo Mercado da bolsa B3, informou a petroleira.

O  Novo Mercado  é um setor da bolsa, que impõe as mais firmes regras do comando corporativo. Somente as companhias que possuem ações ordinárias, ou seja, aquelas que têm direito a voto, podem ser cadastradas nesse setor da bolsa.

A mudança do estatuto para cumprir as regras do Novo Mercado pela BR, fica atrelado à confirmação dos planos para abertura de capital da empresa. A Petrobras vem se esforçando, para cumprir a realização da oferta inicial da BR Distribuidora na bolsa, até o dia 1° de dezembro desse ano.

Mas a reforma que foi aceita implica a injeção de R$ 6,3 bilhões pela petroleira na BR, em troca da divisão parcial dos ganhos junto ao grupo Eletrobras, e outras sociedades do grupo Petrobras, juntos no mesmo valor.

A transação que foi comunicada na última semana de agosto, visa separar da BR que já estará com o capital aberto, especialmente os ganhos junto à Eletrobras, já que essa tem sido objeto de retardamento em pagamentos e renegociações feitas nos últimos anos.

De acordo com a petroleira, a BR usou os fundos do aporte de capital para quitar previamente, no final de agosto, os passivos de R$ 4,5 bilhões ao Banco do Brasil e de R$ 3 bilhões ao banco Bradesco.

Simultaneamente, a petroleira acordou com esses bancos, novos empréstimos com as mesmas condições no prazo, no valor e com os custos acordados originalmente pela BR.

Dessa forma, essas captações que serão recebidas, não trazem impactos na oneração líquida permanente da petroleira, não atingindo o seu perfil, informou a empresa.

A Petrobras declarou ainda, que a confirmação para que haja a abertura de capital da BR distribuidora, ainda precisa passar por consentimentos internos, passar pela Comissão de Valores Mobiliários e apresentar circunstâncias oportunas, dos mercados de capitais nacionais e estrangeiros.

 

Erros comuns de empreendedores digitais

Para que um negócio consiga ser bem sucedido é necessário que o empreendedor aprenda com seus erros e evite cometê-los novamente, mas para isso é necessário conhecê-los antes de tudo.

Um dos principais erros que se comete é o de empreender sozinho. Este fato pode parecer um tanto quanto duvidoso, já que um relação conflituosa pode levar ao fim de um negócio, mas abrir uma startup de notoriedade sem sócios pode ser um erio, já que ter um parceiro nos negócios dificulta que você confunda alucinações com visão.

Outro cuidado que se deve ter é ao escolher um nicho de mercado, já que um nicho pequeno demais pode dificultar a entrada de dinheiro por falta de público, por isso, pesquise muito a área e o público-alvo.

Levantar dinheiro é essencial para que uma startup dê certo, por isso, procure capital externo com atenção, mas também tente levantar capital externo para 18 meses, para que você e o negócio fiquem seguros durante alguns meses. Ter dinheiro durante este período é importante para validar estratégias e novos planos de negócio.

Para que um empreendimento online funcione é necessário contar com alguns profissionais específicos, como, por exemplo, um hacker, um hustler e um designer, essenciais para o bom funcionamento das redes.

A dedicação ao negócio é um outro fator importante, que também pode levar o seu empreendimento ao fracasso. Ao iniciar um empreendimento, tanto online, quanto físico, é necessário ter em mente que ele precisará de deducação, atenção e principalmente tempo. Para que ele decole é preciso que haja um planejamento e atenção aos problemas do dia-a-dia, e para conseguir atender estes dois fatores de maneira eficiente, é preciso que o empreenredo esteja atento e presente em todas (ou na grande maioria) as etapas.

Não se preparar, de maneira intelectual, psicologia e financeira pode ser um fator perigoso. Caso você esteja com muitas dúvidas, tenha acabado de casar ou ter filhos, e um empreendimento seja sua única fonte de renda é possível que o negócio na prospere, por isso análise e planeje em demasia antes de começar.

Estudar o mercado e tentar fazer um plano financeiro também são essênciais para que o negócio não afunde antes mesmo do primeiro ano, questão que acontece com muitos empreendimentos iniciados “na pressa”. Empreender épara todos, desse que haja planejamento, estudo, calma e perseverança.

 

O perfil de “não ter” também atrai empreendimentos

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O conceito de que “ter é poder” nem sempre se aplica à atualidade. Com a dinâmica da tecnologia, as empresas conseguem enxergar uma necessidade nos consumidores que não estão aliadas ao fato de adquirir. Hoje, para ouvir uma música de algum artista não é mais necessário adquirir o CD, basta acessar plataformas virtuais para escutar a música gratuitamente, ou então é possível assinar um serviço de streaming que permita o acesso a várias músicas sem precisar comprá-las. Quem precisa dirigir um carro, nem sempre só tem a opção de comprá-lo, é possível dirigir um veículo por meio de outros meios de comercialização. Essa é a nova era do consumidor em que a necessidade de ter não é essencialmente o impulsionador de uma empresa.

Os negócios que conseguem enxergar as oportunidades que podem surgir da necessidade imediata de acesso a diferentes serviços, estarão certamente olhando para o futuro. A partir desse novo modo de empreendimento, as empresas estão percebendo que podem se focar mais em suas atividades principais e assim facilitar outros assuntos que estão fora de seu ramo lucrativo.

No ramo imobiliário por exemplo, existem empresas que preferem ter acesso a um lugar do que comprar um. Antigamente, uma empresa que tinha em seu cartão escrito “sede própria” demonstrava mais credibilidade e respeito, no entanto, hoje isso mudou porque as empresas estão focadas em suas atividades profissionais, principalmente empresas da área industrial e corporativa. Com essa nova postura, as empresas pretendem evitar perder tempo e dinheiro em um ramo que não é a especialidade de seus profissionais.

Como a necessidade de ser proprietário de um imóvel acaba se tornando inadequada, corporações estão buscando um espaço ideal para as suas demandas, e conforme o perfil do inquilino uma das modificações para ser realizada é a duração em que o imóvel será alugado, podendo ser de 3 até 25 anos.

Essa nova maneira de negócio tem uma tendência a crescer, pois existe o foco de oferecer para o cliente um espaço que esteja adequadamente ligado ao perfil da empresa, pois um negócio de autopeças precisa de uma estrutura diferente de uma editora de livros, por exemplo.

 

Serviço ou bem. Qual o produto da sua empresa?

No momento de criar uma empresa é indispensável definir especificamente o público-alvo para dessa forma definir a melhor estratégia de atingir os resultados esperados. Todos os esforços necessários podem estar voltados para dois segmentos diferentes: o bem ou o serviço.

O bem em sua definição é uma oferta que pode ser tangível, material, quando o cliente pode tocar no que está ofertando, então a empresa está oferecendo um bem. Quando alguém recebe algum benefício mas não pode tocá-lo, então existe o consumo de um serviço.

Para chegar a um caminho para melhor definir o que será escolhido, um estudo mercadológico específico deverá ser realizado. Com uma visão de todas as tarefas que compõem o trabalho, o empreendedor terá em mente quais são os pontos que favorecem o seu negócio durante a execução das atividades.

Considerar qual o investimento necessário para o negócio é indispensável para se preparar em um mercado competitivo. Os riscos que existem no ramo também não podem ser deixados de lado, é importante reconhecer quais as chances de algum fator que não seja favorável ocorrer. Após uma análise minuciosa dos passos a serem tomados, o retorno esperado também deve ser levado em conta, afinal o propósito fundamental é o lucro.

Se o empresário for oferecer algum serviço, então o capital que precisará ser investido será menor, o que torna o risco financeiro menor, mas também existem chances do retorno ser mais baixo, o que estabelece uma relação de proporção equilibrada.

Em uma prestação de serviço o que está em jogo são as habilidades que serão vendidas. O empresário contará com um conhecimento e uma habilidade para oferecer aos seus clientes. Quando existe uma demanda que parte do princípio de produzir um produto para o cliente, então existe um business to client (B2C), se o cliente precisa que um serviço seja realizado para suprir uma necessidade de um produto de uma marca, então se tem o business to business (B2B), dessa maneira, é importante identificar qual o perfil de negócio que mais se adequa ao objetivos de uma ação empreendedora, quanto mais foco o empreendedor tiver maior será a chance de ser eficiente.

 

Vestuário profissional versus vestuário casual em uma entrevista de negócios

Vestir-se para entrevistas de emprego costumava ser bastante simples. Independentemente da indústria, cargo ou gênero, a roupa apropriada era alguma variação em um terno.

Hoje em dia, os padrões mudaram. Isso torna o vestir adequadamente para uma entrevista de trabalho mais desafiador. Como você sabe quando usar um terno e como você decide o que usar quando o vestuário de negócios padrão não é necessário?

Roupa apropriado para o seu local de trabalho

Deixe a cultura corporativa da empresa ser seu guia. Isso significa que se as pessoas geralmente se vestem dentro de um determinado padrão para ir trabalhar em determinada empresa e setor, então você deve procurar manter isso. Ao ser entrevistado para uma posição profissional em uma empresa tradicional, sempre é importante se vestir profissionalmente e vestir-se com o seu melhor vestuário de negócios, independentemente do código de vestuário da organização.

Por outro lado, se você for entrevistado em uma empresa de tecnologia, uma empresa de mídia ou similar, em que a maioria das pessoas usam calças jeans para trabalhar, você pode ser um pouco mais relaxado e optar por roupas comerciais e casuais. Independentemente da informalidade da empresa, você quer se vestir para impressionar quando você está fazendo uma entrevista de emprego.

Roupas para impressionar depois de ter sido contratado

Depois de ter aceitado a oferta de emprego e ter conseguido a vaga, você pode estar trabalhando em um ambiente onde um traje de trabalho apropriado pode ser mais casual.

Mas se você não tem certeza do que deve usar, pergunte. Não há melhor maneira de causar uma impressão ruim do que aparecer para o seu primeiro dia de trabalho, destacando-se porque você não está vestido corretamente.

Dicas de vestuário de negócios para entrevistas formais:

Mulheres

Cores sólidas, terno conservador com blusa, calçados moderados, calças, joias limitadas. Penteado simples e profissional, unhas bem-feitas, maquiagem leve, pouco ou nenhum perfume.

Homens

Cores sólidas, terno conservador, camisa de manga comprida, gravata conservadora, meias escuras, sapatos profissionais. Penteado simples, unhas cortadas, pouca ou nenhuma colônia ou pós-barba.

Dicas de vestuário de negócios para entrevistas casuais:

Mulheres

Calças ou saias cáqui, de veludo, sarja ou algodão, bem pressionadas. Twinsets, cardigans, camisas polo ou malha. Cores sólidas funcionam melhor do que padrões brilhantes

Homens

Calça cáqui, Gabardina masculina, leve ou bem pressionadas. Camisas de algodão com mangas compridas, prensadas, camisa polo ou camisa de malha com colarinho. Calçado e cinto de couro.

Dicas de como ganhar dinheiro em meio à crise usando o talento de artista

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Devido à crise financeira muitas pessoas perderam seus empregos e têm encontrado dificuldades de se recolocar.

Mas talvez nem tudo esteja perdido, em especial para quem já possui um talento diferenciado, como trabalhos manuais, artesanais e artísticos. Produtos como quadros e esculturas nunca saem de moda e fazem o gosto da maioria das pessoas, que utilizam as peças para decorar a casa e o escritório ou para presentear amigos e familiares.

Essa é uma estratégia interessante para alguns profissionais, que podem utilizar seus talentos para ganhar dinheiro. Veja algumas dicas de como fazer isso!

1 – Criação de site

É muito interessante criar um site para divulgar o portfólio. Atualmente existem ferramentas gratuitas de criação de sites e que não requerem conhecimentos avançados em programação para colocar no ar.

Melhor ainda se ele for um e-commerce, assim além da divulgação é possível também fazer vendas online, afinal a modalidade tem crescido cada vez mais e essa pode ser uma estratégia interessante para o artista lucrar.

2 – Criação de blog

O blog com matérias relacionadas ao ramo de atuação do artista é também muito válido. Ele pode ser feito individualmente ou atrelado ao site ou e-commerce.

A vantagem é mostrar ao público que o artista domina o assunto relacionado com o seu produto. Ele passa a ser referência, o que alavanca muito mais as vendas.

O blog também promove a interação com o público, seja com um campo de comentários ao final de cada matéria ou com um espaço para o visitante colocar seu e-mail para receber novidades e promoções.

3 – Divulgação nas redes sociais

Outra forma estratégica de atuação é nas redes sociais. Amigos divulgam para amigos e as chances de propagar o trabalho são bem grandes.

4 – Participação em exposições e concursos

Existem exposições individuais e coletivas em galerias e museus e também festivais. Basta se informar na cidade ou estado sobre os eventos e reservar uma data. Cafés, restaurantes e bares alternativos também costumam fazer exposições.

É possível também participar de concursos online junto com outros artistas. Além de expor o trabalho existe a chance de vender algumas peças.

 

Franquia fatura R$ 400 mil vendendo pizza em cone

Bruno Lazar, de 31 anos, investiu R$ 10 mil em seu próprio negócio e abriu a Pizza Roots, rede localizada na cidade de São Paulo que produz pizzas em forma de cones e possui 48 opções de recheios diferentes, como lagosta, ovas de salmão, pepperoni com fios de ouro 23 quilates e filé-mignon de javali. Bruno revela que os fios de ouro não têm sabor algum, porém são usados para dar um toque sofisticado nos pratos mais nobres.

A empresa não possui lojas tradicionais, nem unidades. A Pizza Roots realiza rodízios a domicílio e vende em eventos abertos como feiras, o festival Lollapalooza e shows. O faturamento do ano passado girou em torno de R$ 400 mil.

No meio deste ano, em Julho, Lazar iniciou suas vendas de franquias. A primeira unidade em loja está prevista para ser inaugurada em Belo Horizonte, Minas Gerais, no mês de outubro.

Tabela de preços

Bruno revela que a empresa chega a realizar cerca de dez eventos por semana, incluindo eventos abertos e rodízios em domicílio.

O preço do rodízio em domicílio varia conforme os sabores das pizzas. O de R$ 32 por pessoa dispõe de sabores como toscana, palmito, mozarela e marguerita. Já o de R$ 80 por pessoa contém sabores como ovas de salmão, lagosta e pepperoni com fios de ouro.

A duração do serviço é de quatro horas, e 14 sabores são servidos, sendo 10 salgados e 4 doces. O cliente é quem decide entre nove das opções de pizzas doces, entre elas paçoca, M&M e chocolate.

Já nos eventos abertos, o preço de cada pizza individual varia entre R$ 10 (palmito, mozarela, tosca) e R$ 80 (ovas de salmão e pepperoni com fios de ouro). O preço da pizza em cone sabor filé-mignon de javali é de R$ 25.

 

Novas franquias

Além de Belo Horizonte, Bruno também vendeu franquias em Curitiba, Santos, Caxias do Sul, Paraíba, Salvador e Goiânia. Caxias do Sul e Salvador serão em formato food truck e food cart, respectivamente. O restante contará com lojas tradicionais, e têm previsão para estarem em funcionamento até o final do ano.