Felipe Montoro Jens reporta a Parceria Público-Privada (PPP) que será adotada pelo Rio de Janeiro

A prefeitura do Rio de Janeiro poderá contar com uma nova Parceria Público-Privada (PPP) para o ensino de crianças que residem na cidade. Felipe Montoro Jens, especialista em Projetos de Infraestrutura, informa que a ação tem por finalidade a implantação de novas unidades educacionais, onde a iniciativa privada ficará responsável pela construção, operação e manutenção desses ativos públicos e a Administração Pública estará encarregada do conteúdo pedagógico. O governo prevê a criação de vinte mil novas vagas em creches e quarenta mil novas vagas em pré-escolas até o final de 2020.

Para que a PPP seja consolidada no município, estão sendo realizados diversos estudos pelas autoridades locais. Além disso, o governo fluminense conta ainda com o auxílio do Internacional Finance Corporation (IFC), do grupo do Banco Mundial, que possui larga experiência nesse tipo de planejamento, já realizado em diversos países.

Esse tipo de PPP não é inédito em terras brasileiras. No estado de Minas Gerais, na cidade de Belo Horizonte, por exemplo, foi realizada a primeira PPP de Educação, com a concessionária INOVA BH, no ano de 2012. Felipe Montoro Jens salienta que, caso a ação concretize-se, haverá uma clara segregação das atividades que as partes envolvidas deverão realizar. A prefeitura tratará dos assuntos pedagógicos pertinentes e a empresa privada terá as incumbências administrativas de construção, operação e manutenção das unidades educacionais.

O Internacional Finance Corporation (IFC) é considerado uma das instituições com maior capacidade de apoiar nas soluções e estruturas de PPP ao redor do mundo. Isso decorre de sua atuação internacional para o estabelecimento de parcerias voltadas à expansão de prestação de serviços públicos em diferentes países. No site da empresa, há a informação de que o principal objetivo da instituição é dar condições para que seus Clientes consigam transpor desafios de diversas naturezas, como por exemplo, aqueles relacionados a problemas financeiros e operacionais, pontua o especialista em projetos de infraestrutura.

A informação de que os serviços prestados pelo IFC foram eficazes em diversas situações acabou motivando alguns governantes brasileiros a contratarem a instituição a fim de resolverem importantes questões de limitação de recursos e de equipes para a estruturação de PPPs, como foi o caso da cidade do Rio de Janeiro. Felipe Montoro Jens destaca que o município carioca já conta com o apoio da empresa internacional no desenho da PPP para a iluminação pública da cidade maravilhosa. O valor do convênio firmado com o IFC para formatação dos estudos da PPP de Educação foi de R$2,3 milhões, conforme publicado pela prefeitura do Rio de Janeiro.

Em situações onde governantes, tanto de estados como de municípios, precisam lidar com limitações orçamentárias, o emprego de uma PPP pode ser visto como um importante meio para prestar os serviços essenciais à população, sem perder a qualidade do que é disponibilizado. Felipe Montoro Jens ressalta que no Brasil esse tipo de contratação pública ocorre desde 2004, ano em que a lei 11.079 foi promulgada. Em geral, a parte pública responde por assuntos mais estratégicos e a empresa privada cuida de tarefas administrativas e operacionais.

 

Pesquisa do Sebrae direciona futuros empreendedores aposentados

Uma pesquisa realizada pelo Sebrae aponta para o empreendedorismo na terceira idade, como uma forma de gerar renda e sustento para quem não tem mais expectativas de voltar para o mercado de trabalho. Dados da pesquisa mostram que 70% das pessoas entrevistadas enxergam no empreendedorismo a possibilidade de constituírem renda após as portas do mercado de trabalho se fecharem.

“Ter uma empresa depois de se aposentar é uma das maneiras que o brasileiro tem encontrado para ajudar a pagar as contas e ter mais conforto”, diz Guilherme Afif Domingos, presidente do Sebrae. Segundo a pesquisa, ter um próprio negócio tendo como maior objetivo para manter a cabeça ocupada na aposentadoria, é a opinião de 21% dos participantes da pesquisa. Domingos diz que pensar em empreender na aposentadoria é ótimo para o aposentado, sua família e para a economia do país, mas ele deverá se capacitar antes e estar atento aos desafios de ser um empresário.

A pesquisa apontou para a parcela de 60% dos entrevistados que desejam constituir um próprio negócio no setor de Comércio e 30% que desejam empreender no setor de Serviços assim que estiverem aposentados. Quando o assunto é o ramo de atividade empreendedora pretendido após a aposentadoria, 25% dos participantes pretendem a área de alimentação. O número de entrevistados que desejam ser donos de uma loja é de 7%. Ser consultor aparece com 4,3% da pretensão de empreendedorismo dos entrevistados.

Em relação a capacitação citada por Domingos, 64% dos entrevistados pretendem se instruir antes de se tornarem empreendedores após se aposentarem. Em vista disso, o Sebrae oferece um espaço em seu portal através do link informativo, trazendo diversas informações para os interessados em se qualificar no mundo empreendedor após a aposentadoria.

Essas e outras iniciativas, fazem do Sebrae um dos maiores defensores do empreendedorismo no Brasil. São vários projetos e cursos oferecidos pelo Sebrae, que em 2017, completa 45 anos de existência. Desde a sua criação, o Sebrae conseguiu fazer a inclusão de várias empresas oferecendo para elas formalização, apoio técnico e especializado, estratégias para expansão, melhores condições de competitividade no mercado, entre outros benefícios. As micro e pequenas empresas são o grande foco do Sebrae.

 

Veja os números impressionantes da JHSF, empresa de José Auriemo Neto

Durante o boom imobiliário no decorrer da primeira década dos anos 2000 uma incorporadora mostrou taxas de crescimentos astronômicos. Na ocasião, a JHSF apresentou números invejáveis, como no primeiro trimestre de 2008 quando a receita foi de R$ 195,4 milhões, 340% mais que no mesmo período do ano anterior.

No mesmo intervalo o lucro foi de 478%, seu valor de mercado superava os R$ 3,6 bilhões, estando entre uma das empresas do no mercado imobiliário com melhor colocação na bolsa. O responsável foi o presidente executivo José Auriemo Neto, filho de Fábio Auriemo, a quem ele sucedeu no controle da JHSF Incorporações.

José Auriemo Neto – o rei do luxo paulistano

A aposta do executivo foi o mercado de luxo, o que lhe deram o status de “rei do luxo” paulistano. Começando pelo Parque Cidade Jardim, complexo que reúne 9 torres residenciais, 3 comerciais, 1 hotel e 1 shopping com lojas de alto padrão. A ideia é morar e ter acesso ao escritório e ao shopping, sem ter que enfrentar trânsito ou a insegurança da capital paulista.

O endereço é a marginal Pinheiros, em um terreno adquirido da Eletropaulo. A unidade mais em conta, um apartamento de 240 m² custava na inauguração, R$ 2 milhões e a mais luxuosa, uma cobertura triplex, foi vendida a um Ermírio de Moraes por R$ 18 milhões. As unidades comerciais foram comercializadas por R$ 10 mil o metro quadrado.

Também foi ideia de José Auriemo Neto investir em centros comerciais de alto padrão, ainda na época que era diretor da empresa. O shopping do Cidade Parque Jardim reúne grifes famosas como Daslu, Tiffany e Ermenegildo Zegna, lojas variadas, restaurantes, universidades e uma academia de ginástica de alto padrão. Além dele, a empresa detém o controle de importantes shoppings em Manaus e o Catarina Fashion Outlet, primeiro outlet de luxo do país.

José Auriemo Neto ainda promete mais centros comerciais de alto padrão “Vamos fazer shoppings e abrir hotéis em outras capitais brasileiras e em algumas metrópoles mundiais”, afirma o executivo.

Completam a lista de empreendimentos de luxo os condomínios Fazenda Boa Vista, em Porto Feliz (SP) com mais de 800 lotes e outro em Punta del Este, o badalado balneário uruguaio; a rede de hotéis Fasano e a administração de um aeroporto executivo.

Quem é José Auriemo Neto

É empresário paulista que ocupa o posto mais alto da JHSF Incorporações. É casado com com a administradora de empresas Mariana Landmann Auriemo e pai de Antonio e Olívia. Desde a juventude, Zeco como é conhecido por amigos e parentes, se mostrou interessado nos negócios da família, sendo responsável por abrir a subdivisão de estacionamentos da companhia.

É uma pessoa que gosta do trabalho e de fazer as coisas acontecerem. Acorda cedo e pouco depois das 8 da manhã já está trabalhando. Em meio a reuniões, encontros com investidores e toda a papelada de seu cotidiano encontra tempo para ir até o canteiro de obras verificar o andamento ou apresentar algum imóvel a pedido de algum parceiro.

 

Galeria física e virtual teve um faturamento de 21 milhões em 2016

Nem sempre o negócio da família está ligado ao perfil profissional de uma pessoa, um exemplo disso é o sobrinho do Abílio Diniz (ex-dono do Grupo Pão de Açúcar). André Diniz, 44 anos, preferiu investir em uma trajetória profissional diferente da tradição familiar.

Com a opção de trabalhar nas concessionárias do pai, André tomou a decisão de criar sua própria empresa. Em 2009 investiu no ramo das artes e fundou a Urban Arts, uma galeria que vende peças de arte pela internet.

A proposta da empresa é simples, quando um artista se cadastra no site, a sua obra de arte em um arquivo passará por uma curadoria composta de duas pessoas. Caso a obra tenha aprovação, fica disponível no site para venda. São mais de 40 mil obras de 4.000 artistas ativos. No ano passado, a empresa faturou R$ 21 milhões, não foram revelados o lucro e o investimento.

Os artistas independentes e menos conhecidos têm a chance de ter uma galeria para vender a sua arte. Com o espaço disponibilizado o empresário Diniz tem o objetivo de incentivar e divulgar o trabalho dos artistas. A empresa conta com a parceria do sócio Gustavo Guedes, 47.

Os quadros têm um limite de 250 unidades, a impressão é realizada em papel fotográfico ou um tecido canvas (material que simula uma tela de pintura a mão). Nas opções de compras existem almofadas, pôsteres para a parede, sketchbooks (cadernos de rascunho) e capas para celular.

Em São Paulo a Urban Arts possui duas galerias e 16 franqueadas pelo Brasil. O investimento inicial da empresa é de R$ 230 mil, incluindo taxa de franquia e capital de giro, o faturamento médio mensal é R$ 110 mil, o lucro médio mensal varia de 10% a 15%, o retorno do investimento é em torno de 18 e 36 meses.

O site da empresa recebe aproximadamente 3000 novas artes por mês, a aprovação das obras tem uma margem de 50%. O preço dos quadros estão entre R$ 99 e R$ 2.500,00. Os preços variam de acordo com o tamanho, quanto maior o quadro maior o valor, outro aspecto que influencia no preço é o acabamento da obra. O valor que o artista ganha com as vendas chegam a 10% na galeria física e 20% na virtual.

 

Felipe Montoro Jens reporta – Município mineiro prioriza iniciativas de PPP nas áreas de saneamento e iluminação pública

Usina para o processamento e destinação final de resíduos sólidos urbanos; gestão do parque de iluminação pública; e gestão dos serviços de abastecimento de água e esgotamento sanitário são os três projetos em andamentos.

O Município mineiro de Ouro Preto começou três Procedimentos de Manifestação de Interesse (PMI) para iniciativas de Parceria Público-Privada (PPP) e Concessões. O especialista em Projetos de Infraestrutura, Felipe Montoro Jens, destaca que se trata dos seguintes projetos: (i) usina para o processamento e destinação final de resíduos sólidos urbanos; (ii) gestão do parque de iluminação pública; e (iii) gestão dos serviços de abastecimento de água e esgotamento sanitário.

Quem está administrando os PMIs é o Instituto Brasileiro de Desenvolvimento (IBD), uma consultoria externa contratada pela Prefeitura da cidade, que está autorizando, uma a uma, as empresas interessadas em desenvolver os estudos de viabilidade. Felipe Montoro Jens reporta que as fases de consulta pública e de audiência pública devem ser iniciadas nos próximos meses.

Ouro Preto possui uma população estimada de aproximadamente 75 mil habitantes e uma Receita Corrente Líquida (RCL) de R$ 279 milhões (valor estimado para 2017, de acordo com o Relatório Resumido de Execução Orçamentária do 4º Bimestre).

Procedimento de Manifestação de Interesse

De acordo com o doutor em direito, Gustavo Henrique Carvalho Schiefler, o PMI é um “instrumento voluntário e consensual de compartilhamento, confronto e alinhamento de interesse entre a Administração Pública e os particulares em uma etapa preliminar à licitação pública”. Tal procedimento é geralmente utilizado em casos de concessões e parcerias Público-Privadas, ressalta o especialista Felipe Montoro Jens.

Ainda segundo Schiefler, o Procedimento de Manifestação de Interesse refere-se também à “aproximação dialógica” entre a administração e administrados, sendo o momento em que os particulares devem expressar “o que entendem ser conveniente e o que percebem como mais adequado, proveitoso e útil para o projeto”.

Parcerias Público-Privadas

Definida pela Lei nº 11.079, de 30 de dezembro de 2004, a Parceria Público-Privada configura-se em uma alternativa para melhorar a gestão e eficiência na administração de bens e serviços públicos, por meio da iniciativa privada, além de trazer importantes economias para os governos. Felipe Montoro Jens explica que as PPPs são contratos administrativos de concessão, firmados entre os entes da administração pública (que pode ser a União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios) e parceiros privados. Os privados ficam então responsáveis pela administração de serviços públicos e/ou realização de obras públicas, sendo remunerados por tais serviços, salienta o especialista em Projetos de Infraestrutura.

“Com o apoio do setor privado, que têm capacidade e expertise para planejar, estruturar e investir em grandes projetos, as PPPs têm ajudado o Brasil a reduzir seu déficit de infraestrutura, especialmente em setores como transporte (incluindo mobilidade urbana) e saneamento básico”, pontua Felipe Montoro Jens. Ele ainda acrescenta que as Parcerias Público-Privadas são um poderoso instrumento de melhoria dos serviços públicos. As PPPs permitem que o Brasil melhore sua infraestrutura, incluindo a infraestrutura social. “A sociedade local merece e pede por isso”, finaliza o especialista.

 

Estabelecimentos pet friendly viram oportunidade para empreendedores lucrar

O comércio pet friendly cresce e animais de estimação são aceitos em estabelecimentos de lazer que antes somente seus donos podiam frequentar como sorveterias, cinemas, bares e festas de aniversários.

As mudanças de comportamento dos proprietários de pets gerou uma ótima oportunidade para o setor que de acordo com as informações da Associação Brasileira da Indústria de Produtos para Animais de Estimação (Abinpet), teve uma receita de R$ 18,9 bilhões com crescimento de 4,9%.

Ainda segundo a Abinpet, o Brasil é terceiro país no ranking de faturamento mundial do mercado de produtos e serviços para animais domésticos, perdendo somente para o Estados Unidos e Reino Unido.

Sorvetes para refrescar o pet

Cães e gatos já são bem-vindos em algumas cafeterias, restaurantes, hotéis, parques e entre vários comércios também podem ir a sorveterias e gelaterias que oferecem produtos apropriados para o consumo de animais sem açúcar, lactose e gordura.

Tem estabelecimento que dispõe de variedades de sabores: iogurte, maçã, manga, melancia e goiaba em formato líquido. Existe gelato com ingredientes 100% naturais feitos com iogurte integral orgânico, fruta batida e mel para ser mais saudável os clientes de 4 patas.

Cinemas para animais de estimação

Os proprietários também podem curtir passeios com ida ao cinema com seus bichinhos de estimação, pois já existe espaço cultural que busca oferecer uma forma de lazer diferenciada para pets e seus donos.

Happy Hour para cães

Embora, existam botecos que aceitem que cachorros fiquem em uma área reservada, enquanto seu proprietário faz o consumo. Já tem bar que oferece cerveja, vinho, coxinha e picanha com ambiente descontraído para o homem e seu melhor amigo.

Diferentes das bebidas humanas, não há álcool na cerveja e vinho canino, mas, sim, nutrientes e vitaminas com sabor de carne e após a ingestão o animal fica mais hidratado.

Quase um Shop para pets

A padaria Pet através de várias franquias dispõe para cães e gatos: cervejas, sucos, sorvetes, gelatinas, bombons, refrigerantes, cookies, bolos, muffins, waffers entre outros. Além de produtos naturais para animais diabéticos, com doenças renais ou obesidade, serviços de Buffet para festas de aniversários e boutique.

Apesar do crescimento, a empresa ainda busca mais franquias, inclusive é possível pelo site da Padaria Pet contatar o estabelecimento para buscar uma parceria.

 

Inovação catalítica no cinema, em forma de empreendedorismo social

O empreendedorismo social está em alta, e vem ganhando, além de espaço no universo corporativo, as telas de cinema. Prova disso é o filme “Quem se Importa”, de Mara Mourão, que aborda iniciativas empreendedoras que foram além da intenção do lucro.

Mara teve a oportunidade de falar mais sobre sua produção em participação no Festival de Cultura Empreendedora, realizado na cidade de São Paulo. De acordo com a diretora, todo empreendedor social não descansa enquanto não vê suas ideias em prática.

O documentário prova que, de fato, o empreendedor social é um obstinado. Filmado em 18 países, a produção conta a história de empresários sociais como o vencedor do prêmio Nobel da Paz, Muhammad Yunus, que fundou um banco para oferecer microcrédito em Bangladesh, um dos países mais pobres da Ásia, que vive em constantes conflitos com a vizinha Índia por causa de divergências sobre os muçulmanos.

Outra história contada no filme é a de Bart Weetjens. Ele desenvolveu uma incrível técnica para treinar ratos para atuarem na detecção de minas terrestres na Tanzânia. Com a adaptação de ratos para fazer o serviço, é possível concluir em apenas duas horas o trabalho de detecção de um terreno de 200 metros quadrados. Para humanos, cobrir o mesmo espaço leva dois dias.

No festival, a diretora aproveitou o espaço para comentar sobre alguns conceitos que o documentário se propõe a questionar ou validar. Um deles, que diz que o capitalismo prega que é necessário atropelar as pessoas em nome do lucro, é sumariamente condenado.

Para a cineasta, é possível encontrar dentro do próprio regime capitalista o antídoto para as mazelas que ele cria. Um exemplo disso é o que o criador do conceito de inovação disruptiva, professor Clayton M. Christensen, diz sobre o empreendedorismo social. De acordo com o autor, existe uma nova forma de empreender em curso, que, segundo ele, pode ser chamada de inovação catalítica.

A inovação catalítica avança em demandas muito amplas, portanto pouco interessantes para empresas altamente especializadas em atender nichos de mercado. Dentro do que propõe o documentário “Quem se Importa”, as ações registradas não deixam de ser catalíticas, ou seja, quebram modelos estabelecidos pela inclusão de mais pessoas no mercado consumidor.

 

Manter o sucesso da empresa exige estratégias

Depois do desafio de conseguir estabelecer uma empresa no mercado, chegar no próximo nível exige várias estratégias para fazer o negócio que deu certo continuar progredindo. É preciso estar atento para administrar de maneira eficiente o rumo da empresa.

Quando o lucro chega, isso não quer dizer que a solução de todos os desafios terminaram. Questões mais complexas precisam ser resolvidas e contarão com a experiência do empresário. Os novos obstáculos incluem desde treinamento dos funcionários até a uma gestão mais apurada do negócio.

No início da empresa conseguir novos clientes não é uma tarefa fácil. Conquistar novos também não. Ainda que uma clientela fidelizada esteja garantida, expandir o público é uma conquista árdua. Se por acaso os clientes antigos forem perdidos, será necessário um plano para alcançar novos.

A rede Optimum Inglês Profissional teve que desenvolver uma estratégia de marketing após o setor de petróleo e gás ter entrado em crise em 2013. Um contrato importante foi perdido então era necessário novos clientes para os seus cursos.

O marketing digital foi a principal ferramenta para superar a crise. Uma nova imagem do negócio foi criada em conjunto com a influência digital através de CEOs de empresas, o que gerou uma comunicação mais humanizada. A influência online foi bem trabalhada para potencializar o offline (negócio físico).

O treinamento de funcionários antigos é outro desafio para os empreendedores. Quem está desde o início no negócio precisa de uma atualização. Isso ajuda a manter os talentos de destaque. Juntamente com os treinamentos, as melhores práticas de trabalho e um conjunto de benefícios tornam mais atrativa a permanência dos trabalhadores.

Ter um período de reuniões de um grupo de funcionários para participar de palestras, reuniões e workshops de capacitação foi uma iniciativa da Mega Sistemas, empresa que trabalha com gestão de softwares. Com o conhecimento que adquirem, os colaboradores participam de projetos que pretendem melhorar a empresa.

A capacitação dos funcionários é tão importante quanto uma liderança bem estruturada. É preciso estar presente, motivar a equipe e dirigir o negócio para o rumo certo. Ser chefe é uma posição que ficou no passado, por isso o líder é fundamental para um maior avanço do negócio.

 

Empresas que recebem orientação profissional atingem maiores margens de lucro

Empresas que receberam a ajuda do Sebrae no ano de 2016, tiveram um crescimento médio em suas margens de lucro. Do total de empresas que receberam algum tipo de orientação do Sebrae em 2016, 5% obtiveram margens de lucro de 50%. Esses dados foram levantados por uma pesquisa sobre o AOE – Agente de Orientação Empresarial em 2016. Os melhores resultados constatados foram junto aos empresários participantes do MEI – Microempreendedor Individual, que receberam de perto o acompanhamento do AOE.

Um diagnóstico da gestão praticada nas empresas é realizado pelo AOE através do Negócio a Negócio, procurando enxergar soluções que poderão melhorar o negócio em todos os aspectos ligados à gestão básica. O acompanhamento segue uma agenda de segunda visita para cada empresa visitada, buscando verificar se as instruções recomendadas estão sendo seguidas de forma correta.

“Isso mostra a importância da orientação e do planejamento na vida do empreendedor. Ao ser aconselhado pelo Sebrae no que é preciso aprimorar, o empresário consegue andar sozinho, mesmo durante a crise econômica, quando muitos fecham as portas. Notamos que o lucro foi ainda maior nas empresas que receberam mais visitas dos agentes, o que influenciou também a oferta de produtos e serviços”, explica Heloisa Menezes, diretora técnica do Sebrae.

A opinião dos entrevistados é que esse contato mediante a consultoria exercida pelo Sebrae, ajudou a aumentar a qualidade da produção e o volume de vendas. Em média, 50% dos empresários entrevistado pela pesquisa conseguiram aumentar a oferta de seus produtos e serviços, com mais qualidade e maiores lucros obtidos.

As constantes parcerias exercidas pelo Sebrae em prol do desenvolvimento do empreendedorismo no país, proporcionam constantemente dados positivos para os empresários de todas as esferas. O foco do Sebrae está em micro e pequenas empresas, possibilitando a ajuda constante para esses pequenos empresários no que diz respeito à gestão e processos específicos aos produtos e serviços oferecidos.

Este ano o Sebrae completa 45 anos e até aqui já ajudou muitas empresas em todo o país. O ganho disso é para a economia, onde 27% do PIB e constituído a partir da receita gerada de micro e pequenas empresas. Este ano, foram as micro e pequenas empresas as maiores geradoras de vagas de emprego no país.