Bradesco, presidido por Luiz Carlos Trabuco, cria área focada em público de alta renda

O Banco Bradesco, ainda presidido pelo executivo Luiz Carlos Trabuco Cappi, tem novidades – a instituição bancária está reforçando o foco nos clientes de alta renda. Com a compra da filial brasileira do HSBC – aprovada pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) no começo de junho do ano passado – foram injetados mais correntistas no setor, o que justifica a criação, em sua Diretoria Executiva, de uma área para gestão do relacionamento e novos negócios com o público de alta renda.

Guilherme Muller Leal, até então Diretor Executivo do segmento Corporate (grandes empresas) será o responsável pelo novo segmento. Bruno Melo Boetger, anteriormente Diretor do Departamento de Câmbio, por sua vez, será o novo gestor do Corporate.

Em nota, Luiz Carlos Trabuco Cappi destacou que fortalecer o atendimento de um segmento com alta perspectiva de evolução no país é o objetivo de tal mudança. “Não se poderá contar a história do setor bancário brasileiro dos próximos dez anos sem dar foco e atenção especializada ao segmento de alta renda”, ressaltou o presidente da companhia financeira. Luiz Carlos Trabuco Cappi ainda acrescentou – “A estabilidade econômica e o crescimento dela decorrente justificam a decisão estratégica que anunciamos”.

A instituição bancária também trocou posições dos gestores nas áreas de Varejo e Produtos. Aurélio Guido Pagani, que atuava como o Diretor Executivo da área do Varejo, agora, passa a ser responsável por Produtos. Já João Carlos Gomes, anteriormente o Diretor Executivo de Produtos, assume a área do Varejo.

De acordo com o banco, a mudança tem por finalidade o fortalecimento de experiências no encaminhamento da evolução da carreira dos executivos da companhia. “Nossa meta é formar um grupo de lideranças que tenha capacidades múltiplas no negócio bancário”, salientou o presidente Luiz Carlos Trabuco Cappi.

Guilherme Muller Leal e Bruno Melo Boetger

Guilherme Muller Leal, responsável pela nova área do Bradesco, já está no banco há 18 anos. Ele é formado em economia, pós-graduado em finanças corporativas pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-RJ) e tem especialização em programas internacionais de executivos.

Bruno Melo Boetger, por sua vez, possui dez anos de carreira na companhia presidida por Luiz Carlos Trabuco Cappi e, agora, integrará o grupo de profissionais que forma a Diretora Executiva da instituição. O executivo é formado em Administração na Fundação Getúlio Vargas (FGV) e tem mestrado em Finanças pela Universidade Cornell.

O banco

O atual Banco Bradesco foi fundado na cidade Marília (SP), por Amador Aguiar, em 10 de março de 1943 – com o nome de Banco Brasileiro de Descontos S.A.

No início de suas operações, a instituição financeira funcionava com a matriz e mais seis agências – nas cidades paulistas de Garça, Getulina, Pompeia, Rancharia, Tupã e Vera Cruz – e contava com capital de dez milhões de cruzeiros. No dia primeiro de janeiro de 1946, no entanto, a companhia passou sua sede de Marília, no interior do Estado de São Paulo, para a Capital. Com o tempo, de banco regional, o empreendimento de Amador Aguiar passou a banco nacional – anexando dezenas de outros bancos e instituições financeiras durante toda a sua trajetória.

 

Amazon lidera ranking de empresa mais querida nos Estados Unidos

Uma nova pesquisa realizada pelo site “The Verge” e pela parceria com a “Reticle Research”, uma empresa de consultoria, revelou que a Amazon é a empresa de tecnologia mais querida e confiável para o público americano. Dentre os consumidores dos Estados Unidos, a empresa Amazon apareceu em primeiro lugar como preferência, deixando as empresas Google e Apple para trás.

Segundo a pesquisa elaborada para entender melhor o mercado de investimentos tecnológicos, o aspecto que mais destaca a Amazon em termos de confiança é a ligação que a empresa exerce com produtos projetados exclusivamente para atender comandos de voz e fala dentro da casa de seus consumidores. Os investimentos realizados pela empresa nesse tipo de tecnologia, fizeram os consumidores avaliarem a Amazon como a empresa mais confiável.

Um outro ponto destacado pela pesquisa é que os consumidores recomendam frequentemente os serviços e os produtos vendidos pela Amazon, tanto para familiares quanto para amigos. A pesquisa identificou que esse tipo de avaliação fez com que o público da empresa aumentasse a ponto de ter mais clientes apaixonados pela empresa do que a própria Apple. Ainda sobre a confiança do consumidor, os americanos avaliaram que a Amazon é mais segura e tem mais privacidade que a empresa americana de tecnologia, Apple.

Em uma avaliação dos especialistas, a Amazon conquistou toda essa confiança através de investimentos realizados para aprimorar seus serviços e para explorar novos mercados. Na avaliação dos consumidores americanos, a Amazon também representa a empresa que mais gerou impacto positivo, até o momento, na sociedade americana.

Em uma comparação com seus maiores concorrentes, a Amazon também lidera no quesito produtos projetados exclusivamente para oferecer casas inteligentes. A pesquisa identificou que 70% de todo o mercado nomeado como “smart speaker”, é dominado pela Amazon Echo.

A pesquisa teve como objetivo identificar as características que uma empresa precisa ter para conquistar seu público alvo, e ainda, identificar os caminhos percorridos pelas empresas mais bem-sucedidas no setor de tecnologia. A partir destes dados, qualquer empresa pode se guiar nos parâmetros do que mais atrai os consumidores e assim investir no que realmente importa para a sociedade.

 

Azeites são retirados do mercado com substâncias não permitidas pela legislação

Cerca de 800 mil litros de azeite de oliva foram retirados do mercado pelo governo, por apresentarem componentes não permitidos pela legislação do país e por fortes indícios de fraude por parte de 84 empresas brasileiras e 64 marcas.

Os produtos apresentaram um tipo de azeite “lampante”, que não é refinado e ainda outros óleos, que não são permitidos por lei, como por exemplo o  óleo de soja.

Segundo Fátima Parizzi, auditora fiscal federal e coordenadora geral de Qualidade Vegetal do DIPOV (Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Vegetal), nos últimos oito meses foram vistoriadas 76 marcas e foram efetuadas cerca de 240 ações fiscais em todo o território nacional.

As amostras dos azeites foram colhidas e mandadas para o Lanagro (Laboratório Nacional Agropecuário), que é o laboratório oficial do Ministério da Agricultura, Pecuária e do Abastecimento, localizado no estado do Rio Grande do Sul.

De todas as amostras verificadas, 33 estavam de acordo com os padrões exigidos pelo ministério, mas as outras 43 apresentaram irregularidades e tiveram a sua venda suspensa, e consequentemente os azeites foram retirados das prateleiras dos mercados.

Fora as diferenças de qualidade relativas ao produto, ainda existiam erros nos rótulos, com dados incorretos ou duvidosos quanto à composição do azeite engarrafado, o que ocasionou a retirada de cerca de 380 mil litros do produto das prateleiras.

Os dados das empresas envolvidas com essa fraude nos azeites, foram passados para os Ministérios Públicos Estaduais e também para os Federais.

O governo aconselha que as pessoas observem na hora de comprar o produto, a denominação do azeite que está exposto na parte da frente do rótulo, já que as empresas estão levando os consumidores ao erro na hora da compra do azeite.

Nos rótulos aparecem em evidência como “azeite de oliva”, mas em letras menores aparecem os termos “óleo misto ou composto, molhos e temperos”.

Os consumidores precisam estar atentos com os descontos oferecidos pelos mercados, já que uma embalagem de azeite de oliva com meio litro do produto, raramente vai ser vendida por menos de R$ 10 dentro do território nacional.

Os dados quanto a qualidade do produto deve estar na parte em evidência no rótulo, sendo que o azeite de oliva poderá ser virgem ou extra virgem.

 

Londres anuncia planos para circulação de carros autônomos e elétricos

Um novo anúncio feito pelo Ministério das Finanças de Londres, revelou que a cidade londrina implantará em breve um plano que permitirá a circulação de veículos totalmente autônomos. Segundo o anúncio, a cidade implantará o plano para que os carros sem motoristas transitarem pelas ruas de Londres até o ano de 2021, o que deverá ser o primeiro grande marco dos veículos autônomos no mundo.

Durante o anúncio, o ministério também informou que a cidade investirá um total de 160 milhões em libras esterlinas para que um plano de tecnologia 5G seja implantado na cidade. A cidade considera que o plano de internet é fundamental para que a fabricação dos carros autônomos possam ser concluída. Além disso, a cidade prevê um orçamento no valor de 75 milhões em libras esterlinas para poder financiar um o plano que permitirá desenvolver a inteligência artificial na cidade.

As estimativas apontadas pelo Ministério das Finanças da cidade londrina apontam que Londres terá um total de 28 bilhões de libras esterlinas apenas com a implementação dos carros autônomos. Em reais, esse valor é traduzido em aproximadamente 120 bilhões de reais.

Um novo fundo também foi anunciado pelo ministro em Londres, que revelou que a cidade londrina terá um fundo com o valor de 400 milhões em libras esterlinas que poderá ser utilizado por empresas que quiserem instalar pontos para recarga de carros elétricos no país.

E por fim, o ministro também informou que o ministério planeja criar um plano de financiamento específico para quem quiser adquirir um veículo elétrico. O plano tem como objetivo auxiliar as vendas dos veículos elétricos no país para os cidadãos de todas as rendas.

Essas novas alterações tem como objetivo impulsionar a cidade de Londres em mudanças acerca dos veículos autônomos e elétricos na cidade. Anteriormente, a cidade londrina já havia anunciado um plano que determina a extinção de veículos movidos a combustíveis fósseis no país em alguns anos. A intenção da cidade é reduzir a emissão de gases poluentes causados pelos veículos movidos a combustíveis fósseis, e implantar novas tecnologias que possam trazer mais segurança para a cidade, como os veículos autônomos.

 

Empresário do ramo de varejo, Rodrigo Terpins, fala sobre a Tecnologia Fingopay

Já ouviu falar na tecnologia Fingopay? Criada pela empresa de pagamento biométrico Sthaler, localizada em Londres, a invenção funciona por meio de um sistema infravermelho que escaneia as veias dos dedos e vincula o mapa biométrico às contas bancárias de cada cliente de um estabelecimento – proporcionando a eles o pagamento de contas utilizando apenas as impressões digitais. É com essa tecnologia que o Reino Unido se tornou o primeiro país do mundo a ter uma rede de supermercado onde os consumidores podem pagar as compras sem usar dinheiro ou, mesmo, cartões – apenas com os dedos. O método está sendo testado na loja britânica Costcutter, que fica no campus da Universidade Brunel, em Londres, destaca o empresário do ramo de varejo, Rodrigo Terpins.

De acordo com o diretor de vendas no varejo da Sthaler, Wayne Swallow, a tecnologia Fingopay “dará à Costcutter dados valiosos dos clientes, possibilitando promoções personalizadas em tempo real e, ao mesmo tempo, oferecendo aos clientes um pagamento mais conveniente”. Os dados dos bancos dos compradores são armazenados em um provedor de pagamento Worldpay – da mesma forma que se pode armazenar os detalhes do cartão quando se faz compras on-line.

Para a empresa Sthaler, a tecnologia trata-se de um sistema de pagamento mais seguro que os outros, pois “não pode ser copiado ou roubado”. Para que seja possível fazer uso dela, a pessoa precisa estar viva – Rodrigo Terpins acentua que, desta forma, o sistema não funciona no caso de um criminoso pensar em cortar o dedo do consumidor, por exemplo.

O empresário do ramo de varejo destaca, ainda, que a empresa britânica está trabalhando com outros supermercados do Reino Unido para adaptar a tecnologia Fingopay. Além disso, ela também está negociando levar o sistema até casas noturnas, academias e estádios de futebol para identificar com facilidade quem têm acesso às zonas VIP, acrescenta Rodrigo Terpins.

As expectativas eram de que, até o último mês de novembro, mais de três mil estudantes, dos cerca de 13 mil que frequentam o campus da Universidade Brunel, registrassem-se para utilizar a tecnologia Fingopay. Para inscrever-se no sistema é necessário apenas um minuto, garante a Sthaler. Para usá-la, gasta-se apenas alguns segundos – o tempo de colocar o dedo em um scanner no momento em que o cliente chega até o caixa, explica Rodrigo Terpins.

Outras utilidades

A utilização da impressão digital no Reino Unido não é novidade – ela já é usada para entrar em alguns edifícios de alta segurança e também autorizar as transferências de comércio interno em um banco de investimento.

Os pagamentos efetuados a partir de impressões digitais, no entanto, também já não são novidade para vários outros países – essa modalidade já é usada, por exemplo, em pontos de caixa na Polônia, Turquia e Japão, completa o empresário do ramo de varejo Rodrigo Terpins.

 

 

O ócio, o negócio e o servo mau: a difícil conjugação do verbo empreender

Nec, advérbio de negação. Otium, significa ócio. Negotium, palavra que, ao pé da letra, é negação do ócio. Negócio, hoje em dia, se traduz muito mais nas atividades de compra e venda, o que deve gerar lucro, pedra filosofal monolítica da alquimia do empreendedorismo, que, seguindo a lógica exposta acima, deve combater o ócio porque não produz, não gera riqueza e está associado à imagem dos indolentes fracassados. Mas, se por um lado, o empreendedorismo, palavra gritada pela sociedade como redenção para os males criados pelos fantasmas das crises financeiras, por outro está o cultivo do ócio, que pode significar permitir-se refletir e questionar as bases da nossa cultura, gerando “capital intelectual”.

Mas qual é o nobre objetivo da vida? O empreendedorismo tem as respostas e o ócio pode ajudar a elaborar os questionamentos corretos. Para muitos, empreender é causa infalível de sucesso, mas o que não se diz nas palestras proferidas pelos especialistas é que poucos saberão conjugar este verbo no futuro. No entanto, segundo pesquisa realizada pelo Global Entrepreneurship Monitor (GEM) em 2015, quatro em cada dez brasileiros estão empreendendo, abrindo empresas e criando oportunidades. Infelizmente muitas delas fecham as portas antes de completar um ano, quebradeira causada por falta de plano estratégico de crescimento, segundo o Sebrae (Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas).

Encobertos pela sombra do entrepreneur icônico, que reúne os atributos mais avançados que a humanidade conseguiu destilar em milênios de evolução, segue uma procissão de aspirantes que creem (e trabalham para isso) que vão chegar lá. E exemplos não faltam. Mas uma característica, talvez a mais importante para um empreendedor, é o não conformismo, não aceitar a realidade e, a partir daí, colocar seus talentos para modificá-la.

Apesar da onda favorável ao empreendedor, seu conceito foi popularizado nos anos de 1945, pelo economista Joseph Schumpeter, em um momento em que o mundo necessitava de seus talentos no período pós-guerra. Muito antes disso, relata-nos o evangelista Lucas na parábola do senhor, que, antes de sair em viagem, distribui moedas a seus servos, para que negociem até sua volta. Um dos servos, temendo perder o dinheiro ocultou-o enquanto os outros prosperaram. E a sentença é cruel para os que agem assim:

“Eu vos digo: a todo homem que tem será dado; mas, ao que não tem, mesmo o que tem lhe será tomado.”

(Lc, 19, 26)

 

Portugal abre as portas para um maior volume de negócios com o Brasil

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Um evento promovido pela Fecomercio – Federação de Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo, em parceria com o Consulado Geral de Portugal e a Aicep – Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal, apresentou a oportunidade de uma maior parceria voltada para os negócios entre Brasil e Portugal.

O Fórum “Investir em Portugal – Atrativos e oportunidades de negócios” realizados no dia 26 de outubro de 2017, demonstrou que Portugal tem interesse em investir no Brasil não somente de forma circunstancial e passageira, mas com fortes perspectivas para o futuro dos dois países, segundo a opinião de Paulo Lopes Lourenço, cônsul-geral de Portugal em São Paulo, e Gilberto Jordan, CEO do Grupo André Jordan.

O encontro contou com a presença de autoridades dos dois países, empresários e pequenos empreendedores tratando das questões de investimentos, cultura, dinâmica, negócios, educação, entre outros pontos importantes, para que seja fortalecido o ideal de negociação entre os dois países. “Portugal está nos corações dos brasileiros, mas também em um plano de racionalidade econômica para investidores em potencial. Estamos aqui para uma relação de longo prazo entre os países”, afirma Lourenço.

Segundo Lourenço, este é um momento histórico para os dois países, pois nunca houve um contato tão grande entre eles. Levando em conta que esse maior contato é positivo para a geração de mais negócios para os dois países, devemos discutir medidas para sintonizarmos as ideias de interesse comum para Brasil e Portugal. O número de brasileiros em Portugal cresceu 30% nos últimos anos e tende a crescer mais este ano.

Lourenço também aponta para um maior número de brasileiros que desejam estar mais próximos de Portugal, se baseando nos 800 pedidos de cidadania concedidos aos brasileiros todos os meses em 2016 pelo Consulado Português em São Paulo. Ao longo de 2016, o Consulado chegou a receber uma média de 60 pedidos de cidadania de brasileiros interessados em ir para Portugal. O Enem – Exame Nacional do Ensino Médio – passou a ser aceito por 25 universidades de Portugal, possibilitando brasileiros a cursar o ensino superior em Portugal com o auxílio de bolsas.

“Esse fenômeno da dupla nacionalidade é importante. Cria fatores de longevidade que são anticíclicos entre Portugal e Brasil. A maior comunidade estrangeira em Portugal atualmente é a brasileira”, afirmou Lourenço.